Economia
Economia portuguesa cresce face a 2014 mas estagna entre trimestres
O Produto Interno Bruto português teve um crescimento de 1,4 por cento no terceiro trimestre de 2015. Contudo, na transição do trimestre imediatamente anterior, a economia do país apresenta uma variação nula. É o que mostra a estimativa rápida divulgada esta sexta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística.
A economia cresceu menos do que seria expectável. A estimativa rápida das contas nacionais, divulgada pelo INE, revela que o Produto Interno Bruto cresceu 1,4 por cento no terceiro trimestre de 2015, em comparação com o mesmo período do ano anterior.
O valor é inferior à média das estimativas que a agência Lusa recolheu junto de departamentos de estudos económicos. Esta apontava para um crescimento de 1,8 por cento. O crescimento verificado é motivado pela procura interna que, mesmo assim, apresenta uma diminuição no terceiro trimestre.
Já a procura externa líquida contribuiu negativamente para o crescimento da economia, embora com uma magnitude inferior ao que se tinha verificado no trimestre anterior.
Estagnação em cadeia
Em comparação com o segundo trimestre de 2015, a economia não cresceu. O PIB registou uma taxa de variação nula em termos reais, valor que compara com os 0,5 por cento de crescimento no segundo trimestre.
A motivar esta estagnação está um contributo negativo da procura interna, que quebrou fundamentalmente devido à redução do investimento. A procura externa líquida contribuiu positivamente, uma vez que as importações diminuíram de forma mais intensa do que as exportações de bens e serviços, ressalva o INE.
Os dados agora divulgados pelo INE correspondem à estimativa rápida. Os resultados completos das Contas Nacionais Trimestrais, referentes aos meses de julho, agosto e setembro, serão divulgados a 30 de novembro.
O Governo prevê que a economia portuguesa cresça 1,6 por cento no conjunto do ano, o mesmo valor que é apontado pelo Fundo Monetário Internacional. A Comissão Europeia e a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento (OCDE) esperam que Portugal cresça 1,7 por cento este ano.
O valor é inferior à média das estimativas que a agência Lusa recolheu junto de departamentos de estudos económicos. Esta apontava para um crescimento de 1,8 por cento. O crescimento verificado é motivado pela procura interna que, mesmo assim, apresenta uma diminuição no terceiro trimestre.
Já a procura externa líquida contribuiu negativamente para o crescimento da economia, embora com uma magnitude inferior ao que se tinha verificado no trimestre anterior.
Estagnação em cadeia
Em comparação com o segundo trimestre de 2015, a economia não cresceu. O PIB registou uma taxa de variação nula em termos reais, valor que compara com os 0,5 por cento de crescimento no segundo trimestre.
A motivar esta estagnação está um contributo negativo da procura interna, que quebrou fundamentalmente devido à redução do investimento. A procura externa líquida contribuiu positivamente, uma vez que as importações diminuíram de forma mais intensa do que as exportações de bens e serviços, ressalva o INE.
Os dados agora divulgados pelo INE correspondem à estimativa rápida. Os resultados completos das Contas Nacionais Trimestrais, referentes aos meses de julho, agosto e setembro, serão divulgados a 30 de novembro.
O Governo prevê que a economia portuguesa cresça 1,6 por cento no conjunto do ano, o mesmo valor que é apontado pelo Fundo Monetário Internacional. A Comissão Europeia e a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento (OCDE) esperam que Portugal cresça 1,7 por cento este ano.