Efromovich satisfeito com passagem de colombiana Odinsa à 2.ª fase de privatização da ANA
Lisboa, 15 nov (Lusa) -- O dono da Synergy, German Efromovich, candidato à privatização da TAP, festejou com "yes, yes" a notícia de que o consórcio que integra o grupo colombiano Odinsa passou à segunda fase de privatização da ANA.
Em conferência de imprensa, em Lisboa, o empresário reagiu com "yes, yes" à notícia de que o consórcio Blink, que integra a colombiana Odinsa e a portuguesa Mota-Engil, passou à segunda fase da privatização da empresa gestora dos aeroportos portugueses.
"Quem vier vai ser bem-vindo", defendeu, manifestando a expectativa de "ser bem tratado pelo futuro operador dos aeroportos", na qualidade de futuro dono da TAP.
O empresário, que integrou a comitiva que acompanhou o Presidente da Colômbia na sua visita a Portugal, defendeu que "estar [num processo de privatização] uma empresa colombiana, brasileira ou latina dá bastante gosto".
German Efromovich elogiou o grupo Odinsa, que "tem demonstrado eficiência na maneira como está a operar o aeroporto de Bogotá" e também a parceira portuguesa, a Mota-Engil, que considerou "uma empresa construtora bastante reconhecida em Portugal".
O Conselho de Ministros aprovou hoje a passagem dos consórcios Blink, Eama, Fraport/IFM, Vinci e Zurich à segunda fase de privatização da ANA.
A Parpública deverá agora dirigir convites a cada um dos potenciais investidores para procederem à apresentação de propostas vinculativas de aquisição de parte ou da totalidade das ações.
A secretária de Estado do Tesouro, Maria Luís Albuquerque, esclareceu que dois destes consórcios integram empresas portuguesas: a Blink (Mota-Engil, Odinsa, etc.) e EMEA (Corporácion América, Sonae Sierra, entre outras).
O consórcio alemão Fraport concorre com o fundo australiano IFM, a Zurich resulta de um consórcio entre o aeroporto de Zurique e um investidor privado e a Vinci é francesa.