Economia
EUA afirmam que prazo de julho para negociação de tarifas é aceitável
A Casa Branca considerou esta sexta-feira que não considera “crítico” o prazo de 9 de julho inicialmente fixado pelo presidente norte-americano, Donald Trump, para negociar novos acordos comerciais com os seus parceiros e evitar assim a aplicação de “tarifas recíprocas”.
"O prazo não é crítico. O presidente pode simplesmente oferecer um acordo a esses países se eles se recusarem a fazer um acordo connosco antes do prazo, e isso significa que o presidente pode escolher uma taxa tarifária recíproca que considere vantajosa para os Estados Unidos", afirmou a porta-voz da administração, Karoline Leavitt, numa conferência de imprensa.
Quanto ao progresso das negociações comerciais, Leavitt acrescentou que o representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, “está a trabalhar arduamente e tem tido discussões muito boas e produtivas” com vários dos principais parceiros comerciais de Washington.
Questionada por um jornalista sobre o que irá acontecer depois de 9 de julho com a suspensão das tarifas, a porta-voz da Casa Branca respondeu que "essa é uma decisão que cabe ao presidente tomar”.
No início de junho, o líder republicano já tinha manifestado abertura para alargar os prazos dos novos acordos comerciais e disse que “a dada altura” o seu governo iria enviar cartas aos países com novos pactos elaborados pelos EUA e que estes poderiam “aceitar ou rejeitar”.
"Eles não têm de o utilizar (o acordo). Não têm de comprar aos Estados Unidos, como eu disse", acrescentou.
Negociações em marcha
Desde que regressou ao poder em janeiro passado, Trump impôs tarifas globais, erradamente consideradas “recíprocas”, que depois suspendeu até 9 de julho para dar espaço aos restantes países para negociarem novos pactos comerciais com Washington.
Atualmente, a administração republicana chegou a um acordo informal com o Reino Unido e a outro pacto com a China para reduzir as tarifas.
Trump especificou no início deste mês que estava a negociar com cerca de 15 países, incluindo o Japão e a Coreia do Sul, e insistiu que tinha “mais de 150” ainda em espera.
A administração Trump está também a meio de conversações com a União Europeia, depois de o republicano ter ameaçado aumentar as tarifas sobre o bloco de 20 para 50 por cento se Bruxelas não mostrar mais vontade de negociar.
Quanto ao progresso das negociações comerciais, Leavitt acrescentou que o representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, “está a trabalhar arduamente e tem tido discussões muito boas e produtivas” com vários dos principais parceiros comerciais de Washington.
Questionada por um jornalista sobre o que irá acontecer depois de 9 de julho com a suspensão das tarifas, a porta-voz da Casa Branca respondeu que "essa é uma decisão que cabe ao presidente tomar”.
No início de junho, o líder republicano já tinha manifestado abertura para alargar os prazos dos novos acordos comerciais e disse que “a dada altura” o seu governo iria enviar cartas aos países com novos pactos elaborados pelos EUA e que estes poderiam “aceitar ou rejeitar”.
"Eles não têm de o utilizar (o acordo). Não têm de comprar aos Estados Unidos, como eu disse", acrescentou.
Negociações em marcha
Desde que regressou ao poder em janeiro passado, Trump impôs tarifas globais, erradamente consideradas “recíprocas”, que depois suspendeu até 9 de julho para dar espaço aos restantes países para negociarem novos pactos comerciais com Washington.
Atualmente, a administração republicana chegou a um acordo informal com o Reino Unido e a outro pacto com a China para reduzir as tarifas.
Trump especificou no início deste mês que estava a negociar com cerca de 15 países, incluindo o Japão e a Coreia do Sul, e insistiu que tinha “mais de 150” ainda em espera.
A administração Trump está também a meio de conversações com a União Europeia, depois de o republicano ter ameaçado aumentar as tarifas sobre o bloco de 20 para 50 por cento se Bruxelas não mostrar mais vontade de negociar.