Economia
EUA seguem Europa com injecção de capital nos bancos
O Presidente dos Estados Unidos da América anunciou um plano que prevê a injecção de 250 mil milhões de dólares no sistema bancário, através da compra de acções preferenciais de várias instituições financeiras.
O dinheiro será retirado do pacote de 700 mil milhões aprovado pelo Congresso norte-americano.
Com esta acção, semelhante à que foi realizada na Europa pela Grã-Bretanha e países do Eurogrupo, George Bush pretende devolver a estabilidade ao sistema bancário introduzindo dinheiro “fresco” que serve de bomba de ar para os empréstimos. Um factor fundamental para o desenvolvimento da economia.
“É uma medida de curto-prazo essencial para garantir a viabilidade do sistema bancário norte-americano”, disse Bush. “A intenção não é tomar conta do mercado livre, mas preservá-lo”, afirmou. “O programa foi cuidadosamente desenhado para encorajar os bancos a comprarem estas acções de volta quando os mercados estabilizarem”.
Ao mesmo tempo que compra as acções, o Executivo informou que a Reserva Federal está a finalizar um plano que a tornará compradora em última instância das dívidas de curto-prazo das empresas.
O Governo vai ainda expandir as garantias das contas das pequenas empresas.
Paulson adianta que o plano serve para evitar colapso do sistema financeiro
Pouco depois de Bush falar, o secretário norte-americano do Tesouro afirmou que a injecção de 250 mil milhões de dólares era necessária para restabelecer a confiança e evitar o colapso do sistema financeiro.
“As necessidades da nossa economia exigem que as nossas instituições financeiras não fiquem com este capital, mas que o distribuam”, disse Henry Paulson.
“Deixar consumidores e empresas sem acesso a financiamento era uma alternativa totalmente inaceitável”, acrescentou. “Quando o financiamento não está disponível, consumidores e empresas retraem o investimento, o que leva a que as empresas cortem empregos e até fechem portas”.
Com esta acção, semelhante à que foi realizada na Europa pela Grã-Bretanha e países do Eurogrupo, George Bush pretende devolver a estabilidade ao sistema bancário introduzindo dinheiro “fresco” que serve de bomba de ar para os empréstimos. Um factor fundamental para o desenvolvimento da economia.
“É uma medida de curto-prazo essencial para garantir a viabilidade do sistema bancário norte-americano”, disse Bush. “A intenção não é tomar conta do mercado livre, mas preservá-lo”, afirmou. “O programa foi cuidadosamente desenhado para encorajar os bancos a comprarem estas acções de volta quando os mercados estabilizarem”.
Ao mesmo tempo que compra as acções, o Executivo informou que a Reserva Federal está a finalizar um plano que a tornará compradora em última instância das dívidas de curto-prazo das empresas.
O Governo vai ainda expandir as garantias das contas das pequenas empresas.
Paulson adianta que o plano serve para evitar colapso do sistema financeiro
Pouco depois de Bush falar, o secretário norte-americano do Tesouro afirmou que a injecção de 250 mil milhões de dólares era necessária para restabelecer a confiança e evitar o colapso do sistema financeiro.
“As necessidades da nossa economia exigem que as nossas instituições financeiras não fiquem com este capital, mas que o distribuam”, disse Henry Paulson.
“Deixar consumidores e empresas sem acesso a financiamento era uma alternativa totalmente inaceitável”, acrescentou. “Quando o financiamento não está disponível, consumidores e empresas retraem o investimento, o que leva a que as empresas cortem empregos e até fechem portas”.