Mundo
Europa meridional: risco máximo para os investidores
Um inquérito realizado pela agência de consultoria internacional BDO chega à conclusão de que os capitalistas fogem sobretudo de investir os seus capitais nos países mediterrânicos. E - surpresa do relatório -, entre os mediterrânicos, fogem mais dos países europeus do que dos magrebinos ou médio-orientais. A crise económica europeia assusta mais do que primaveras, revoluções ou guerras árabes.
O relatório ontem publicado pela Binder Dijker Otte & Co (BDO) resulta de um inquérito realizado junto das administrações de 1.000
empresas de média dimensão que tencionam realizar investimentos no
estrangeiro em 2013.
No topo dos destinos mais arriscados para o investimento internacional, ficam o Irão e o Iraque. As especulações sobre uma guerra entre o Irão e Israel, com eventual intervenção dos Estados Unidos, constituem a explicação óbvia para esta primazia do país entre os mais arriscados para o investimento. O Iraque vem logo a seguir, por razões que são igualmente óbvias.
Os países com mais riscos para o investimento
1 - Irão
2 - Iraque
3 - Grécia
4 - Síria
5 - Líbia
6 - Nigéria
7 - Espanha
8 - Egipto
9 - Rússia
10 - Iémen
11- Sudão
12 - Itália
13 - China
14 - Venezuela
15 - Paquistão
16 - Angola
17 - Líbano
18 - Argentina
19 - Argélia
20 - ÍndiaA Síria, mergulhada há vários meses numa guerra civil, fica em quarto lugar entre os destinos mais inseguros para o investimento - como era de esperar, país considerado de alto risco para fazer negócios. A surpresa é que a Grécia, colocada em terceiro lugar, ainda é pior.
Paralelamente, o Egipto e o Iémen, em fases diferentes de uma vaga revolucionária comum, ficam respectivamente em oitavo e décimo lugar entre os destinos mais arrsicados - mas a Espanha, colocada em sétimo lugar, é ainda pior do que ambos. Portugal não é mencionado expressamente.
A Itália vem a seguir, com um risco quase igual ao do Sudão.
O relatório dá, por outro lado, conta de uma contradição significativa: alguns países altamente atraentes para o investimento estrangeiro, colocados nos vinte lugares cimeiros da lista de destinos mais procurados, encontram-se igualmente na lista dos vinte mais arriscados.
É o caso da China - em primeiro lugar nessa lista de destinos preferenciais, logo à frente dos Estados Unidos. Mas é também o caso das outras três grandes potências "emergentes": Índia, Rússia e Brasil. Como se pode verificar, os quatro estão presentes em ambas as listas - sintoma eloquente de uma economia internacional altamente volátil, em que as maiores tentações andam de mãos dadas com alguns dos maiores riscos.
No topo dos destinos mais arriscados para o investimento internacional, ficam o Irão e o Iraque. As especulações sobre uma guerra entre o Irão e Israel, com eventual intervenção dos Estados Unidos, constituem a explicação óbvia para esta primazia do país entre os mais arriscados para o investimento. O Iraque vem logo a seguir, por razões que são igualmente óbvias.
Os países com mais riscos para o investimento
1 - Irão
2 - Iraque
3 - Grécia
4 - Síria
5 - Líbia
6 - Nigéria
7 - Espanha
8 - Egipto
9 - Rússia
10 - Iémen
11- Sudão
12 - Itália
13 - China
14 - Venezuela
15 - Paquistão
16 - Angola
17 - Líbano
18 - Argentina
19 - Argélia
20 - ÍndiaA Síria, mergulhada há vários meses numa guerra civil, fica em quarto lugar entre os destinos mais inseguros para o investimento - como era de esperar, país considerado de alto risco para fazer negócios. A surpresa é que a Grécia, colocada em terceiro lugar, ainda é pior.
Paralelamente, o Egipto e o Iémen, em fases diferentes de uma vaga revolucionária comum, ficam respectivamente em oitavo e décimo lugar entre os destinos mais arrsicados - mas a Espanha, colocada em sétimo lugar, é ainda pior do que ambos. Portugal não é mencionado expressamente.
A Itália vem a seguir, com um risco quase igual ao do Sudão.
O relatório dá, por outro lado, conta de uma contradição significativa: alguns países altamente atraentes para o investimento estrangeiro, colocados nos vinte lugares cimeiros da lista de destinos mais procurados, encontram-se igualmente na lista dos vinte mais arriscados.
É o caso da China - em primeiro lugar nessa lista de destinos preferenciais, logo à frente dos Estados Unidos. Mas é também o caso das outras três grandes potências "emergentes": Índia, Rússia e Brasil. Como se pode verificar, os quatro estão presentes em ambas as listas - sintoma eloquente de uma economia internacional altamente volátil, em que as maiores tentações andam de mãos dadas com alguns dos maiores riscos.