Economia
FESAP quer salário mínimo de 1.050 euros já em 2027
A Federação de Sindicatos da Função Pública, afeta à UGT, exige uma subida do salário mínimo nacional para os 1.050 euros e subsídio de refeição de 10 euros.
(em atualização)
Este valor representa uma subida de quase 55 euros face ao que ficou estabelecido no acordo assinado entre o Governo e os sindicatos da UGT.
A Federação de Sindicatos da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos (FESAP) reivindica ainda a subida para 10 euros do subsídio de refeição dos funcionários públicos, mais quase 4 euros face ao acordado com o executivo de Luís Montenegro.
Para os restantes trabalhadores é exigida uma atualização salarial de pelo menos 6,5% por cento ou 95 euros.
A Federação de Sindicatos da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos (FESAP) reivindica ainda a subida para 10 euros do subsídio de refeição dos funcionários públicos, mais quase 4 euros face ao acordado com o executivo de Luís Montenegro.
Para os restantes trabalhadores é exigida uma atualização salarial de pelo menos 6,5% por cento ou 95 euros.
Enfrentar o custo de vida
A estrutura sindical liderada por José Abraão argumenta com a necessidade de fazer frente à subida dos preços dos bens essenciais, dos combustíveis e da habitação.
A estrutura sindical liderada por José Abraão argumenta com a necessidade de fazer frente à subida dos preços dos bens essenciais, dos combustíveis e da habitação.
"Face aos valores de inflação registados nos últimos anos e aos valores previstos para 2026 e 2027, é imprescindível rever os valores atualmente previstos no Acordo e introduzir regras que combatam situações de estagnação salarial", adianta a FESAP em comunicado enviado às redações.
De recordar que, no setor privado, está prevista a subida do salário mínimo para os 970 euros no próximo ano.