Economia
Governo e sindicatos da Função Pública iniciam discussão salarial
A reunião tem lugar a poucos dias da entrega ao Parlamento da proposta de Orçamento do Estado para 2027.
O Governo as três federações sindicais da Administração Pública reúnem-se esta terça-feira para dar início às negociações sobre a atualização dos salários para o próximo ano. O acordo plurianual assinado entre Executivo, Fesap e STE prevê aumentos de 2,3 por cento a partir de janeiro de 2027, ou seja, 60,52 euros.
É na antecâmara da entrega da proposta de Orçamento do Estado que a secretária de Estado da Administração Pública, Margarida Garrido, recebe a Federação dos Sindicatos da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos (Fesap), a Frente Sindical, encabeçada pelo Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE), e a Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (Frente Comum).
A reunião acontece, por outro lado, depois da greve da Administração Pública na passada sexta-feira, convocada por três estruturas afetas à CGTP, e de uma manifestação com milhares de pessoas, diante do Ministério das Finanças, para reivindicar aumentos salariais e a revogação do sistema de avaliação de desempenho.A Fesap é a primeira estrutura a ser recebida, pelas 15h30, no Ministério das Finanças. Seguem-se o STE e a Frente Comum.
A confirmar-se o cumprimento da meta prevista no acordo estabelecido entre o Governo, a Fesap e o STE, a base remuneratória será aumentada para os 995,51 euros. Os sindicatos da Função Pública defendem, todavia, que se impõe ir mais longe, tendo em conta a inflação, pelo que vão propor aumentos acima dos seis por cento.O salário mínimo nacional é de 920 euros e a base remuneratória da Administração Pública é de quase 935.
No seu caderno reivindicativo, a Fesap defende que a base remuneratória da Função Pública aumente para os 1.050 euros em 2027, reivindicando uma atualização mínima de 6,5 por cento ou 95 euros. Tal como no ano passado, a estrutura reclama que o subsídio de alimentação seja aumentado para dez euros diários - isento de impostos.
O acordo em vigor estipula que o subsídio de refeição, atualmente em 6,15 euros, seja aumentado em 15 cêntimos por ano até 2029.
Por sua vez, o STE reivindica uma atualização das remunerações superior a cinco por cento, para lá dos 2,3 por cento previstos no acordo plurianual. No caderno reivindicativo para 2027, consta a proposta de um aumento de cinco por cento nas remunerações e pensões, além dos 60,52 euros ou 2,3 por cento inscritos no acordo, além da antecipação do aumento do subsídio de alimentação para 6,45 euros.
Já a Frente Comum exige um aumento salarial acima dos 15 por cento, num mínimo de 150 euros, e um aumento da Base Remuneratória da Administração Pública para 1.150 euros, a vigorar a partir de 1 de janeiro.
c/ Lusa
É na antecâmara da entrega da proposta de Orçamento do Estado que a secretária de Estado da Administração Pública, Margarida Garrido, recebe a Federação dos Sindicatos da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos (Fesap), a Frente Sindical, encabeçada pelo Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE), e a Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (Frente Comum).
A reunião acontece, por outro lado, depois da greve da Administração Pública na passada sexta-feira, convocada por três estruturas afetas à CGTP, e de uma manifestação com milhares de pessoas, diante do Ministério das Finanças, para reivindicar aumentos salariais e a revogação do sistema de avaliação de desempenho.A Fesap é a primeira estrutura a ser recebida, pelas 15h30, no Ministério das Finanças. Seguem-se o STE e a Frente Comum.
A confirmar-se o cumprimento da meta prevista no acordo estabelecido entre o Governo, a Fesap e o STE, a base remuneratória será aumentada para os 995,51 euros. Os sindicatos da Função Pública defendem, todavia, que se impõe ir mais longe, tendo em conta a inflação, pelo que vão propor aumentos acima dos seis por cento.O salário mínimo nacional é de 920 euros e a base remuneratória da Administração Pública é de quase 935.
No seu caderno reivindicativo, a Fesap defende que a base remuneratória da Função Pública aumente para os 1.050 euros em 2027, reivindicando uma atualização mínima de 6,5 por cento ou 95 euros. Tal como no ano passado, a estrutura reclama que o subsídio de alimentação seja aumentado para dez euros diários - isento de impostos.
O acordo em vigor estipula que o subsídio de refeição, atualmente em 6,15 euros, seja aumentado em 15 cêntimos por ano até 2029.
Por sua vez, o STE reivindica uma atualização das remunerações superior a cinco por cento, para lá dos 2,3 por cento previstos no acordo plurianual. No caderno reivindicativo para 2027, consta a proposta de um aumento de cinco por cento nas remunerações e pensões, além dos 60,52 euros ou 2,3 por cento inscritos no acordo, além da antecipação do aumento do subsídio de alimentação para 6,45 euros.
Já a Frente Comum exige um aumento salarial acima dos 15 por cento, num mínimo de 150 euros, e um aumento da Base Remuneratória da Administração Pública para 1.150 euros, a vigorar a partir de 1 de janeiro.
c/ Lusa