Economia
Guerra no Médio Oriente
Grande Entrevista. Presidente da EDP não espera impacto da subida do preço do gás na fatura das famílias
O presidente da EDP não espera que a subida dos preços gás potenciada pela guerra no Médio Oriente implique impacto na fatura paga pelas famílias.
O presidente da EDP manifestou a expectativa, na Grande Entrevista da RTP, de que a subida dos preços gás decorrente da ofensiva israelo-americana contra o Irão não implique um impacto nas faturas suportadas pelas famílias. Miguel Stilwell d'Andrade estimou ainda que a recuperação após a depressão Kristin custe até 100 milhões de euros à energética portuguesa.
“Apesar de o preço do gás ter aumentado, isso tem relativamente pouco impacto no preço da gás na Península Ibérica e nós esperamos que não haverá nenhum impacto do ponto de vista das famílias”, afirmou Stilwell d'Andrade.
Questionado sobre a possibilidade de a guerra se arrastar no tempo, o presidente da elétrica manteve a posição: “Não antecipamos impacto. Acho que nós temos um balanço forte, acho que temos o plano bem agarrado do ponto de vista da execução”. “Portugal, hoje em dia, tem um custo de eletricidade que é 20 por cento mais baixo do que a média europeia. Depois há outras coisas dentro da fatura que também vale a pena discutir – taxas, impostos”, acrescentou.Miguel Stilwell d'Andrade considera que o país está preparado para choques como o atual, já vividos durante a pandemia da covid-19 e na invasão russa da Ucrânia. Garante que se evitaram, então, aumentos de preços, num país onde 700 mil portugueses vivem em situação de pobreza energética.
Já quanto à reposição da infraestrutura destruída no “comboio de tempestades”, o custo para a EDP poderá ser de 100 milhões de euros. Isto depois de a empresa ter registado, no ano passado, o maior lucro de sempre, acima dos mil milhões de euros.
O presidente da EDP espera investir até três mil milhões na modernização da rede em Portugal.
Por último, lamenta que Portugal não tenha ainda ligação direta a França, discussão que voltou à atualidade com o apagão de abril de 2025.
Veja ou reveja aqui, na íntegra, a Grande Entrevista.
“Apesar de o preço do gás ter aumentado, isso tem relativamente pouco impacto no preço da gás na Península Ibérica e nós esperamos que não haverá nenhum impacto do ponto de vista das famílias”, afirmou Stilwell d'Andrade.
Questionado sobre a possibilidade de a guerra se arrastar no tempo, o presidente da elétrica manteve a posição: “Não antecipamos impacto. Acho que nós temos um balanço forte, acho que temos o plano bem agarrado do ponto de vista da execução”. “Portugal, hoje em dia, tem um custo de eletricidade que é 20 por cento mais baixo do que a média europeia. Depois há outras coisas dentro da fatura que também vale a pena discutir – taxas, impostos”, acrescentou.Miguel Stilwell d'Andrade considera que o país está preparado para choques como o atual, já vividos durante a pandemia da covid-19 e na invasão russa da Ucrânia. Garante que se evitaram, então, aumentos de preços, num país onde 700 mil portugueses vivem em situação de pobreza energética.
Já quanto à reposição da infraestrutura destruída no “comboio de tempestades”, o custo para a EDP poderá ser de 100 milhões de euros. Isto depois de a empresa ter registado, no ano passado, o maior lucro de sempre, acima dos mil milhões de euros.
O presidente da EDP espera investir até três mil milhões na modernização da rede em Portugal.
Por último, lamenta que Portugal não tenha ainda ligação direta a França, discussão que voltou à atualidade com o apagão de abril de 2025.
Veja ou reveja aqui, na íntegra, a Grande Entrevista.