EM DIRETO
Guerra no Médio Oriente. Acompanhe aqui, ao minuto, a evolução do conflito

grupo DST, investiu 20 milhões em empresa "para banalizar a concorrência"

grupo DST, investiu 20 milhões em empresa "para banalizar a concorrência"

Braga, 01 Abr (Lusa) - O grupo DST, de Braga, investiu 20 milhões de euros na constituição de uma empresa de telecomunicações, a DSTELECOM, para "banalizar o que é apresentado pela concorrência".

© 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A. /

Segundo José Teixeira, gestor da empresa, a nova firma "vai implementar redes de nova geração, fundadas na integração dos tradicionais serviços de telecomunicações - voz, dados e imagem - com tecnologias mais baratas e standardizadas".

Prevendo iniciar as operações já em 2009, a Dstelecom, "aposta nos operadores de telecomunicações e nos fornecedores de serviços electrónicos de dados".

"Ambicionamos ser um fornecedor dos `operadores de operadores` quer quanto à população a atingir, quer quanto às melhores práticas de gestão no segmento", salienta José Teixeira.

A entrada no sector incidirá, numa primeira fase, no Minho, tendo como parceiros as duas comunidades intermunicipais dos Vales, do Minho e do Lima com quem a DST fez uma parceria público-privada para a construção e gestão das redes comunitárias de telecomunicações nos 11 municípios abrangidos.

Com esse objectivo - acrescentou - foram criadas duas empresas: a MinhoCom, para a Comunidade Intermunicipal do Vale do Minho, e a ValiCom, para a Comunidade Intermunicipal do Vale do Lima, o que criará duas dezenas de postos de trabalho directos e algumas centenas de indirectos.

"Estamos convictos de que potenciaremos a captação de investimento para a região e a fixação de pessoas", refere.

Como parceiros de negócio, o grupo DST conta também com o apoio tecnológico da CellCraft International e está a negociar parcerias com empresas congéneres europeias.

A DST constituirá ainda uma empresa para operar ao nível do retalho, "apostando na fibra de nova geração porta-a-porta para concorrer com os operadores instalados mas, sobretudo, para dinamizar a rede construída".

"Ao nível das infra-estruturas, o mercado português está obsoleto, uma vez que não tem acompanhado os investimentos realizados em fibra óptica na Europa, nos EUA, Coreia do Sul e Japão. É um mercado acomodado aos serviços tradicionais, fruto da falta de investimentos nas infra-estruturas, principalmente fora dos centros populacionais", conclui José Teixeira.

LM.


PUB