Grupo Lufthansa transportou já este ano dois milhões de passageiros de e para Portugal

Porto, 21 nov (Lusa) -- O grupo Lufthansa transportou desde janeiro até final de outubro dois milhões de passageiros de e para Portugal, esperando alcançar no final de dezembro os 2,2 milhões de pessoas, foi hoje anunciado.

Lusa /

Segundo Patrick Hedley, diretor da Lufthansa para Portugal, estes dois milhões de passageiros transportados até ao final de outubro é já um novo recorde para a companhia, dos quais mais de 600 mil foram transportados de e para o Porto.

"Em 2016, a Lufthansa tinha já transportado de e para Portugal 1,6 milhões de passageiros", afirmou.

Este crescimento advém do aumento de capacidade de lugares disponibilizados, disse o responsável aos jornalistas, no Porto, explicando que, pela primeira vez, a companhia aérea Lufthansa decidiu "estender o horário de verão" -- denominada época alta - na operação no Porto e em Lisboa até ao final de novembro.

"Em 2018, vamos antecipar o horário de verão para início de março e estendê-lo até novembro", adiantou, acrescentando que esta decisão irá permitir um aumento de capacidade de 7,8% em voos da Lufthansa de e para Frankfurt e Munique, face ao verão de 2017.

O bom tempo que se faz sentir no Porto e em Lisboa, bem como o facto de a capacidade adicional de lugares que foi programada para este ano estar a vender-se bem foram motivos apontados por Patrick Hedley para esta decisão de alargar em dois meses o calendário de verão em 2018.

Segundo o diretor-geral do Grupo Lufthansa para a Península Ibérica, Carsten Hoffmann, na estratégia definida para 2018 pelo grupo "o Porto é uma das prioridades", sendo considerado um "mercado-chave".

O grupo Lufthansa, que abrange também a Brussels Airlines, a Swiss e a Austrian Airlines, prevê neste inverno manter a ligação Bruxelas-Funchal, uma vez por semana, e realizar voos nos dias 23 de dezembro e 06 de janeiro entre Sion (Suíça) e o Porto.

Patrick Hedley afirmou ainda que, em 2016, a taxa de ocupação dos voos das companhias aéreas do grupo ultrapassou os 85%, prevendo que no final do ano seja superior a esse valor.

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