Economia
Grupo Mello avança com OPA concorrente para aquisição da Espírito Santo Saúde
O grupo José de Mello Saúde anunciou o lançamento de uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) concorrente à dos mexicanos da Ángeles, com o objetivo de obter o controlo da Espírito Santo Saúde. Depois desta informação, a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) anunciou a suspensão da negociação das ações da ES Saúde, mas a suspensão já foi retirada.
De acordo com o Jornal de Negócios, a oferta foi comunicada à CMVM e implica uma contrapartida de 4,40 euros por ação. A OPA, que tem um investimento total que pode chegar aos 420 milhões de euros, está limitada à aquisição de, pelo menos, 50,01% do capital do grupo Espírito Santo Saúde.
O valor oferecido por ação está 2,3% acima da proposta dos mexicanos.
Apesar do parecer positivo à oferta da Ángeles, a administração da ES Saúde tinha mostrado que ambicionava um valor mais alto. Analistas já tinham avançado que podia haver outros pretendentes a concorrer.
Os intermediários financeiros desta operação são o Banco Santander Totta e o Caixa Banco de Investimento.
Suspensão das ações e regresso à negociação
A CMVM determinou a suspensão das ações do grupo Espírito Santo Saúde. Os motivos prendem-se com a existência de uma OPA concorrente à da Ángeles, agora lançada pelo Grupo Mello, fazendo aumentar a especulação. A Comissão exigiu a divulgação de informação relevante.
Esteve em vigor "a suspensão da negociação das ações da Espírito Santo Saúde, SGPS, S.A., até à divulgação de informação relevante sobre o emitente", anunciou o regulador no comunicado divulgado a que o Jornal de Negócios teve acesso.
Antes da suspensão, os títulos da ES Saúde estavam a subir 0,30% para 4,40 euros.
As ações já voltaram a negociar na bolsa de Lisboa. Em comunicado, o conselho diretivo da CMVM informou que levantou a suspensão "por terem cessado os motivos que justificaram a suspensão".
A aquisição e os números
"O sucesso desta oferta permitirá criar um grupo nacional de dimensão europeia na área da saúde, com solidez financeira, capacidade de investimento e mantendo os mais elevados padrões de serviço, alicerçados numa experiência de 70 anos que colocou a José de Mello Saúde como uma referência do sector em Portugal", refere a José de Mello Saúde em comunicado, citado pela Lusa.
Tendo em conta o exercício de 2013, diz a nota, os proveitos operacionais da JMS e ES Saúde juntas rondariam os 867 milhões de euros, com o EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) a ascender a 104 milhões de euros.
Esta operação está sujeita à aprovação da Autoridade da Concorrência e do Ministério da Saúde.
O valor oferecido por ação está 2,3% acima da proposta dos mexicanos.
Apesar do parecer positivo à oferta da Ángeles, a administração da ES Saúde tinha mostrado que ambicionava um valor mais alto. Analistas já tinham avançado que podia haver outros pretendentes a concorrer.
Os intermediários financeiros desta operação são o Banco Santander Totta e o Caixa Banco de Investimento.
Suspensão das ações e regresso à negociação
A CMVM determinou a suspensão das ações do grupo Espírito Santo Saúde. Os motivos prendem-se com a existência de uma OPA concorrente à da Ángeles, agora lançada pelo Grupo Mello, fazendo aumentar a especulação. A Comissão exigiu a divulgação de informação relevante.
Esteve em vigor "a suspensão da negociação das ações da Espírito Santo Saúde, SGPS, S.A., até à divulgação de informação relevante sobre o emitente", anunciou o regulador no comunicado divulgado a que o Jornal de Negócios teve acesso.
Antes da suspensão, os títulos da ES Saúde estavam a subir 0,30% para 4,40 euros.
As ações já voltaram a negociar na bolsa de Lisboa. Em comunicado, o conselho diretivo da CMVM informou que levantou a suspensão "por terem cessado os motivos que justificaram a suspensão".
A aquisição e os números
"O sucesso desta oferta permitirá criar um grupo nacional de dimensão europeia na área da saúde, com solidez financeira, capacidade de investimento e mantendo os mais elevados padrões de serviço, alicerçados numa experiência de 70 anos que colocou a José de Mello Saúde como uma referência do sector em Portugal", refere a José de Mello Saúde em comunicado, citado pela Lusa.
Tendo em conta o exercício de 2013, diz a nota, os proveitos operacionais da JMS e ES Saúde juntas rondariam os 867 milhões de euros, com o EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) a ascender a 104 milhões de euros.
Esta operação está sujeita à aprovação da Autoridade da Concorrência e do Ministério da Saúde.