Economia
Habitação. Governo inicia reuniões com partidos parlamentares
O primeiro-ministro vai reunir-se com os líderes do Chega e do PS, respetivamente André Ventura e José Luís Carneiro, em São Bento, hoje, para ouvir as suas propostas sobre habitação.
As reuniões do Governo com o Chega e o PS começam já esta quinta-feira.
Seguro tem insistido no apelo ao entendimento político em várias áreas e, nesta altura, em especial na habitação. Mas recusa colher os louros desta porta aberta ao diálogo.
Luís Montenegro incumbiu os ministros de Estado e das Finanças e das Infraestruturas e Habitação para, em conjunto com os ministros da Presidência e dos Assuntos Parlamentares, estabelecerem "igual diálogo com os restantes partidos políticos com representação parlamentar".
Esses encontros acontecem amanhã, sexta-feira, com os grupos parlamentares da Iniciativa Liberal, Livre e PCP e com os deputados únicos do BE, PAN e JPP.
O Governo será representando pelos ministros das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, de Estado e das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, da Presidência, António Leitão Amaro, e dos Assuntos Parlamentares, Carlos Abreu Amorim.
"O diálogo político sobre habitação não é novo, mas concretiza-se agora na sequência do processo legislativo do arrendamento, que se encontra em apreciação no parlamento e também das múltiplas intervenções partidárias que vêm sendo assumidas no contexto do debate público que o tema suscitou e suscita na sociedade portuguesa", afirmou.
Na sexta-feira, o Grupo Parlamentar da Iniciativa Liberal será o primeiro a ser recebido pelo Governo, pelas 10h00. Ainda durante a manhã, haverá reuniões com a bancada do Livre, pelas 11h00, e do PCP, pelas 12h00.
Da parte da tarde, a partir das 15h00, em reuniões separadas com a duração de 30 minutos, o Governo recebe os deputados únicos do Bloco de Esquerda, PAN e JPP.
Na terça-feira, na sequência da comunicação ao país por parte do primeiro-ministro, a presidente da IL, Mariana Leitão, a co-porta-voz do Livre, Isabel Mendes Lopes, e a deputada do PAN, Inês Sousa Real, criticaram Luís Montenegro por apenas se reunir com o Chega e com o PS, fazendo uma distinção entre as duas maiores forças políticas da oposição e as restantes.
Seguro tem insistido no apelo ao entendimento político em várias áreas e, nesta altura, em especial na habitação. Mas recusa colher os louros desta porta aberta ao diálogo.
Luís Montenegro incumbiu os ministros de Estado e das Finanças e das Infraestruturas e Habitação para, em conjunto com os ministros da Presidência e dos Assuntos Parlamentares, estabelecerem "igual diálogo com os restantes partidos políticos com representação parlamentar".
Esses encontros acontecem amanhã, sexta-feira, com os grupos parlamentares da Iniciativa Liberal, Livre e PCP e com os deputados únicos do BE, PAN e JPP.
O Governo será representando pelos ministros das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, de Estado e das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, da Presidência, António Leitão Amaro, e dos Assuntos Parlamentares, Carlos Abreu Amorim.
"O diálogo político sobre habitação não é novo, mas concretiza-se agora na sequência do processo legislativo do arrendamento, que se encontra em apreciação no parlamento e também das múltiplas intervenções partidárias que vêm sendo assumidas no contexto do debate público que o tema suscitou e suscita na sociedade portuguesa", afirmou.
Na sexta-feira, o Grupo Parlamentar da Iniciativa Liberal será o primeiro a ser recebido pelo Governo, pelas 10h00. Ainda durante a manhã, haverá reuniões com a bancada do Livre, pelas 11h00, e do PCP, pelas 12h00.
Da parte da tarde, a partir das 15h00, em reuniões separadas com a duração de 30 minutos, o Governo recebe os deputados únicos do Bloco de Esquerda, PAN e JPP.
Na terça-feira, na sequência da comunicação ao país por parte do primeiro-ministro, a presidente da IL, Mariana Leitão, a co-porta-voz do Livre, Isabel Mendes Lopes, e a deputada do PAN, Inês Sousa Real, criticaram Luís Montenegro por apenas se reunir com o Chega e com o PS, fazendo uma distinção entre as duas maiores forças políticas da oposição e as restantes.