Economia
IRS e IRC engordam receita fiscal em 1,8 mil milhões de euros
A receita fiscal expandiu-se em 7,5 por cento nos primeiros nove meses deste ano, o que significa que os cofres do Estado receberam mais 1,8 mil milhões de euros, por comparação com o mesmo período de 2012. Os últimos números da execução orçamental relativos a impostos foram antecipados esta quarta-feira pela rádio TSF e pela publicação eletrónica Dinheiro Vivo. Dados que apontam também para um crescimento do encaixe com impostos de 15,1 por cento em setembro, face ao mês homólogo.
Pela primeira vez em 2013, a subida da receita fiscal face ao ano passado é transversal a todos os impostos. Mas é do IRS e do IRC que os cofres públicos obtêm os maiores encaixes. A receita cresceu 7,5 por cento de janeiro a setembro. E só no mês de setembro disparou em 15,1 por cento. O acréscimo é de 1,8 mil milhões de euros.
Os dados, que são também reproduzidos nas páginas do Diário de Notícias e do Jornal de Notícias apontam para uma primeira recuperação da receita de todos os impostos indiretos. Ainda assim, no que toca a receita acumulada, os números são inferiores aos do ano passado.
As maiores subidas pertencem ao IUC, em 30 por cento, seguido do ISV, em 11,7 por cento, do ISP, com uma subida de 4,5 por cento, e do imposto sobre bebidas alcoólicas, que rendeu mais 1,5 por cento.
Ficará assim superada meta de expansão contributiva – o “enorme aumento de impostos” lançado pelo anterior ministro das Finanças, Vítor Gaspar - inscrita no orçamento retificativo, que estimava uma receita de 6,8 por cento.
Os números revelam comportamentos desiguais. É do IRS que resulta o maior contributo. Nos primeiros nove meses do ano, a receita deste imposto subiu 30,6 por cento, ultrapassando as previsões de 29,2 e de 28,2 por cento constantes do Orçamento do Estado para 2013 e do retificativo, respetivamente.
Já no IRC, o imposto sobre os lucros empresariais, a receita cresceu em 16,4 por cento, ou seja, quase nove pontos percentuais face ao montante averbado em 2012. Esta evolução, salienta o Dinheiro Vivo, acontece num quadro de regressão do volume de negócios de um largo espectro de empresas. Pelo que a explicação reside nos resultados da Unidade de Grandes Contribuintes, assim como nos pagamentos adicionais por conta da derrama de cinco por cento aplicável a lucros acima de 7,5 milhões de euros.
Quanto aos impostos sobre o consumo, o comportamento das receitas fiscais é ainda negativo. A quebra começa, contudo, a abrandar. A receita do IVA cresceu no mês passado, em termos homólogos, 5,3 por cento, embora os valores cobrados desde janeiro evidenciem um recuo de 1,3 por cento. No orçamento retificativo a queda homóloga é calculada em 2,8 por cento.
Os dados, que são também reproduzidos nas páginas do Diário de Notícias e do Jornal de Notícias apontam para uma primeira recuperação da receita de todos os impostos indiretos. Ainda assim, no que toca a receita acumulada, os números são inferiores aos do ano passado.
As maiores subidas pertencem ao IUC, em 30 por cento, seguido do ISV, em 11,7 por cento, do ISP, com uma subida de 4,5 por cento, e do imposto sobre bebidas alcoólicas, que rendeu mais 1,5 por cento.
Ficará assim superada meta de expansão contributiva – o “enorme aumento de impostos” lançado pelo anterior ministro das Finanças, Vítor Gaspar - inscrita no orçamento retificativo, que estimava uma receita de 6,8 por cento.
Os números revelam comportamentos desiguais. É do IRS que resulta o maior contributo. Nos primeiros nove meses do ano, a receita deste imposto subiu 30,6 por cento, ultrapassando as previsões de 29,2 e de 28,2 por cento constantes do Orçamento do Estado para 2013 e do retificativo, respetivamente.
Já no IRC, o imposto sobre os lucros empresariais, a receita cresceu em 16,4 por cento, ou seja, quase nove pontos percentuais face ao montante averbado em 2012. Esta evolução, salienta o Dinheiro Vivo, acontece num quadro de regressão do volume de negócios de um largo espectro de empresas. Pelo que a explicação reside nos resultados da Unidade de Grandes Contribuintes, assim como nos pagamentos adicionais por conta da derrama de cinco por cento aplicável a lucros acima de 7,5 milhões de euros.
Quanto aos impostos sobre o consumo, o comportamento das receitas fiscais é ainda negativo. A quebra começa, contudo, a abrandar. A receita do IVA cresceu no mês passado, em termos homólogos, 5,3 por cento, embora os valores cobrados desde janeiro evidenciem um recuo de 1,3 por cento. No orçamento retificativo a queda homóloga é calculada em 2,8 por cento.