Economia
Isabel dos Santos oferece 200 milhões para comprar a Efacec
Isabel dos Santos ofereceu 200 milhões de euros por uma posição maioritária na Efacec Power Solutions, a sociedade que foi criada para agregar os ativos rentáveis da Efacec. Segundo o Diário Económico, as negociações entre a investidora angolana e a multinacional estão quase fechadas.
“As negociações entre Isabel dos Santos, a família Mello e os bancos credores encontram-se numa fase muito avançada, prevendo-se que a operação seja concluída em breve”, avança o Diário Económico na sua edição desta quarta-feira.
Em cima da mesa está a aquisição de uma posição de controlo na Efacec Power Solutions, a unidade core da Efacec, que congrega os ativos mais rentáveis e apetecíveis do grupo.
Os chineses da State Grid, o maior acionista da REN, que também mostraram interesse pela Efacec, terão ficado pelo caminho.
A Efacec é uma das principais multinacionais portuguesas, operando em países como a Argentina, Brasil, Chile, Paraguai, Uruguai, África do Sul, Angola, Moçambique, EUA, Áustria, Bulgária, Grécia, Hungria, Polónia, Espanha e índia, entre outros.Segundo o mesmo jornal, Isabel dos Santos “pretende potenciar competências de engenharia em investimento de infraestruturas em Angola e empresa detém o know how e a tecnologia necessárias”.
“A operação poderá ter lugar através de um aumento de capital, com a subscrição de novas ações”, apurou o Diário Económico.
No entanto, “em simultâneo, poderá ter lugar a conversão de dívida em capital, por parte dos principais bancos credores da Efacec, que são a Caixa Geral de Depósitos e o Millennium bcp. Desta forma, serão minoritários da futura Efacec Power Solutions, através da holding Efacec, o Grupo José de Mello e a Têxtil Manuel Gonçalves, bem como os bancos credores”.
A multinacional portuguesa tem, nos últimos meses, alienado ativos não estratégicos, de forma a reduzir o endividamento que, em 2014, rodava os 370 milhões de euros.
Em cima da mesa está a aquisição de uma posição de controlo na Efacec Power Solutions, a unidade core da Efacec, que congrega os ativos mais rentáveis e apetecíveis do grupo.
Os chineses da State Grid, o maior acionista da REN, que também mostraram interesse pela Efacec, terão ficado pelo caminho.
A Efacec é uma das principais multinacionais portuguesas, operando em países como a Argentina, Brasil, Chile, Paraguai, Uruguai, África do Sul, Angola, Moçambique, EUA, Áustria, Bulgária, Grécia, Hungria, Polónia, Espanha e índia, entre outros.Segundo o mesmo jornal, Isabel dos Santos “pretende potenciar competências de engenharia em investimento de infraestruturas em Angola e empresa detém o know how e a tecnologia necessárias”.
“A operação poderá ter lugar através de um aumento de capital, com a subscrição de novas ações”, apurou o Diário Económico.
No entanto, “em simultâneo, poderá ter lugar a conversão de dívida em capital, por parte dos principais bancos credores da Efacec, que são a Caixa Geral de Depósitos e o Millennium bcp. Desta forma, serão minoritários da futura Efacec Power Solutions, através da holding Efacec, o Grupo José de Mello e a Têxtil Manuel Gonçalves, bem como os bancos credores”.
A multinacional portuguesa tem, nos últimos meses, alienado ativos não estratégicos, de forma a reduzir o endividamento que, em 2014, rodava os 370 milhões de euros.