Economia
Isenção de portagens. Autarca de Leiria considera que despesa deve ser incluída no pacote de recuperação
As portagens na A8 e A19 voltam a ficar isentas de pagamento, com os municípios do distrito de Leiria a assumir os encargos financeiros. O presidente da Câmara fala na necessidade de "reforço de circulação alternativa" e espera que as despesas sejam incluídas no pacote de recuperação da região, afetada pela tempestade Kristin.
A autarquia de Leiria decidiu avançar com esta medida, ao contrário do que o Governo decidiu, visto que as "infraestruturas rodoviárias principais estão afetadas".
"Portanto, há aqui uma necessidade de reforço de uma circulação alternativa, que seria através das autoestradas", explicou Gonçalo Lopes à RTP.
Além disso, o presidente da Câmara de Leiria considera que tanto a população, que utiliza estas autoestradas "para poder circular para os seus locais de trabalho", como as empresas, "podiam beneficiar de uma atenção do Governo no que diz respeito a esta isenção, dando assim um reforço positivo àquilo que é o processo de recuperação".
Questionado se o valor será, posteriormente, imputado ao Governo, o autarca sublinhou que as "autarquias não têm capacidade financeira para suportar todos os custos".
"Este encargo só faz sentido se depois for incluído naquilo que são as despesas da recuperação da região afetada", adiantou, acrescentando que esta será uma das iniciativas que a autarquia espera "vir a receber no âmbito do pacote das medidas de apoio".
O custo assumido pelos municípios poderá chegar aos 3,5 milhões de euros, até junho. Uma medida tomada depois de o Governo ter anunciado que não iria prolongar a isenção decretada por causa das tempestades.
A medida surge na sequência dos danos provocados pela tempestade Kristin também nas estradas alternativas, uma vez que muitas continuam intransitáveis. Esta fatura poderá depois ser apresentada pelos municípios ao Estado como custo da recuperação das zonas afetadas.
"Portanto, há aqui uma necessidade de reforço de uma circulação alternativa, que seria através das autoestradas", explicou Gonçalo Lopes à RTP.
Além disso, o presidente da Câmara de Leiria considera que tanto a população, que utiliza estas autoestradas "para poder circular para os seus locais de trabalho", como as empresas, "podiam beneficiar de uma atenção do Governo no que diz respeito a esta isenção, dando assim um reforço positivo àquilo que é o processo de recuperação".
Questionado se o valor será, posteriormente, imputado ao Governo, o autarca sublinhou que as "autarquias não têm capacidade financeira para suportar todos os custos".
"Este encargo só faz sentido se depois for incluído naquilo que são as despesas da recuperação da região afetada", adiantou, acrescentando que esta será uma das iniciativas que a autarquia espera "vir a receber no âmbito do pacote das medidas de apoio".
O custo assumido pelos municípios poderá chegar aos 3,5 milhões de euros, até junho. Uma medida tomada depois de o Governo ter anunciado que não iria prolongar a isenção decretada por causa das tempestades.
A medida surge na sequência dos danos provocados pela tempestade Kristin também nas estradas alternativas, uma vez que muitas continuam intransitáveis. Esta fatura poderá depois ser apresentada pelos municípios ao Estado como custo da recuperação das zonas afetadas.