Economia
Jerónimo acusa Passos de "descaramento inacreditável"
Jerónimo de Sousa fez este domingo o encerramento da Festa do Avante! Com um ataque cerrado ao recente anúncio de um novo pacote de austeridade pelo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, a quem apontou um "descaramento inacreditável". O secretário-geral do PCP afirmou que, após um ano de Governo PSD/CDS, "a dimensão dos problemas atingiu níveis inimagináveis" sem que se tenha resolvido a questão do défice e da dívida.
"Dissemo-lo e a vida confirma-o. A dimensão dos problemas atingiu níveis inimagináveis. Se o país há muito estava mal, tudo ficou pior", disse Jerónimo de Sousa, a partir do palco montado na Quinta da Atalaia, no Seixal.
O líder comunista lembrou que há um ano, neste mesmo comício, tinha avisado que o acordo da ajuda externa assinado com os credores internacionais "não era um programa de ajuda, mas um pacto de agressão ao país e aos portugueses".
O Governo pediu "sacrifícios atrás de sacrifícios [mas] nem um só problema do país foi resolvido. Nem aquele com que justificavam esta ação destruidora e este ataque brutal à vida dos portugueses: o controlo do défice das contas públicas. As metas do défice, em nome do qual este Governo pôs o país a ferro e fogo não vão ser resolvidas", lamentou.
Para Jerónimo de Sousa, estamos perante "um fracasso em toda a linha (…) Temos o país no fundo, défice por resolver e dívida a aumentar 6,6 milhões de euros".
Jerónimo não hesitou em falar de "descaramento" quando abordou a recente comunicação de Passos Coelho ao país de um novo pacote de austeridade: "Agora, aí os temos a dizer que nem tudo correu como previam. E com um descaramento inacreditável a anuncia novas e mais brutais medidas, em nome da solução dos problemas que deliberadamente agravaram e continuam a agravar".
"Ultrapassando tudo o que era imaginável e todos os limites da desfaçatez e do cinismo, acabámos de ver o primeiro-ministro, Passos Coelho, com ar pungente, a anunciar um descarado roubo nos salários dos trabalhadores e reformados, em nome do combate ao desemprego", lamentou o líder do PCP.
O líder comunista lembrou que há um ano, neste mesmo comício, tinha avisado que o acordo da ajuda externa assinado com os credores internacionais "não era um programa de ajuda, mas um pacto de agressão ao país e aos portugueses".
O Governo pediu "sacrifícios atrás de sacrifícios [mas] nem um só problema do país foi resolvido. Nem aquele com que justificavam esta ação destruidora e este ataque brutal à vida dos portugueses: o controlo do défice das contas públicas. As metas do défice, em nome do qual este Governo pôs o país a ferro e fogo não vão ser resolvidas", lamentou.
Para Jerónimo de Sousa, estamos perante "um fracasso em toda a linha (…) Temos o país no fundo, défice por resolver e dívida a aumentar 6,6 milhões de euros".
Jerónimo não hesitou em falar de "descaramento" quando abordou a recente comunicação de Passos Coelho ao país de um novo pacote de austeridade: "Agora, aí os temos a dizer que nem tudo correu como previam. E com um descaramento inacreditável a anuncia novas e mais brutais medidas, em nome da solução dos problemas que deliberadamente agravaram e continuam a agravar".
"Ultrapassando tudo o que era imaginável e todos os limites da desfaçatez e do cinismo, acabámos de ver o primeiro-ministro, Passos Coelho, com ar pungente, a anunciar um descarado roubo nos salários dos trabalhadores e reformados, em nome do combate ao desemprego", lamentou o líder do PCP.