Economia
João César das Neves afirma que é um "disparate monstruoso" dizer que o imposto extraordinário era evitável
O economista João César das Neves diz que é um "disparate monstruoso" dizer que o dinheiro que agora sobra da transferência dos fundos de pensões da banca já devia ser gasto e que devíamos ter aumentado menos os impostos ou reduzido menos a despeza. João César das Neves desvaloriza o valor do défice apontado esta terça-feira por Pedro Passos Coelho, esclarecendo que Portugal só chegou aos 4,5% por causa das receitas extraordinárias, e que o "défice real" é muito superior, chegando aos 7,6%.