Economia
Lisnave vai repartir 1,2 milhões por funcionários efetivos
A Lisnave vai distribuir 1,2 milhões de euros aos trabalhadores efetivos como “gratificação de balanço” pelos resultados alcançados em 2014. A empresa de reparação naval de Setúbal, que exporta 98 por cento da produção, com uma incorporação nacional superior a 90 por cento, obteve no ano passado um lucro de 6,7 milhões.
A decisão foi comunicada após a Assembleia Geral de Acionistas da Lisnave, realizada quinta-feira, na qual foi aprovado o Relatório de Gestão e Contas de 2014.
Dos 92 navios reparados nos estaleiros da Mitrena, 27 eram de Singapura e 18 da Grécia. Logo atrás aparece a Alemanha, com oito navios, seguindo-se Hong-Kong com cinco e a Dinamarca e a Inglaterra com quatro navios cada.
Segundo a empresa, “apesar das limitações do mercado e da forte competição internacional, a Lisnave reparou 92 navios em 2014, de 52 clientes, oriundos de 21 países”.
“Ainda que se tenha verificado uma ligeira redução no número total de navios reparados referente ao ano transato, a Lisnave conseguiu manter um nível considerável de ocupação das suas docas e de trabalho realizado, devido a um aumento de navios com reparações de vulto, onde o volume de trabalho foi significativo”, refere a empresa na sua página na internet.
“Importa realçar os clientes repeated business que continuam a confiar no Estaleiro da Lisnave para a reparação/manutenção dos seus navios, reconhecendo desta forma a qualidade do trabalho aqui desenvolvido”, acrescenta.
Maiores clientes
Os maiores clientes da empresa de reparação naval de Setúbal foram a Teekai Marine que docou 12 navios e a A.P. Moller, com seis.
No entanto a Lisnave também efetuou grandes reparações em cinco navios da Enterprises Ship and Trading e em quatro da AET Shipmanagement.
Segundo a empresa, “a Lisnave, com o seu know-how reconhecido pelos seus clientes, reparou diversos tipos de navios, mas o seu segmento tradicional de atividade continua a ser os petroleiros, que contribuem significativamente para o volume de trabalho do estaleiro”.
Em 2014 a empresa reparou 67 petroleiros, oito porta-contentores, seis navios graneleiros e três LPG (navios de transporte de gases de petróleo liquefeitos).
Dos 92 navios reparados nos estaleiros da Mitrena, 27 eram de Singapura e 18 da Grécia. Logo atrás aparece a Alemanha, com oito navios, seguindo-se Hong-Kong com cinco e a Dinamarca e a Inglaterra com quatro navios cada.
Segundo a empresa, “apesar das limitações do mercado e da forte competição internacional, a Lisnave reparou 92 navios em 2014, de 52 clientes, oriundos de 21 países”.
“Ainda que se tenha verificado uma ligeira redução no número total de navios reparados referente ao ano transato, a Lisnave conseguiu manter um nível considerável de ocupação das suas docas e de trabalho realizado, devido a um aumento de navios com reparações de vulto, onde o volume de trabalho foi significativo”, refere a empresa na sua página na internet.
“Importa realçar os clientes repeated business que continuam a confiar no Estaleiro da Lisnave para a reparação/manutenção dos seus navios, reconhecendo desta forma a qualidade do trabalho aqui desenvolvido”, acrescenta.
Maiores clientes
Os maiores clientes da empresa de reparação naval de Setúbal foram a Teekai Marine que docou 12 navios e a A.P. Moller, com seis.
No entanto a Lisnave também efetuou grandes reparações em cinco navios da Enterprises Ship and Trading e em quatro da AET Shipmanagement.
Segundo a empresa, “a Lisnave, com o seu know-how reconhecido pelos seus clientes, reparou diversos tipos de navios, mas o seu segmento tradicional de atividade continua a ser os petroleiros, que contribuem significativamente para o volume de trabalho do estaleiro”.
Em 2014 a empresa reparou 67 petroleiros, oito porta-contentores, seis navios graneleiros e três LPG (navios de transporte de gases de petróleo liquefeitos).