Economia
Lucro da Caixa Geral de Depósitos cresce 46%
O lucro da Caixa Geral de Depósitos aumentou em 46 por cento para 282,5 milhões de euros no primeiro semestre deste ano, por comparação com o mesmo período de 2018. Em comunicado, o banco revela ainda que o número de trabalhadores foi reduzido em 172 no primeiro semestre deste ano.
A Caixa Geral de Depósitos (CGD) registou lucros de 282,5 milhões de euros no primeiro semestre de 2019.
O valor registado corresponde a um aumento de 46 por cento, face aos 194 milhões de euros registados no período homólogo de 2019.
De acordo com o comunicado do banco, a atividade em Portugal gerou um lucro de 196,5 milhões de euros no primeiro semestre, um aumento face aos 118,7 milhões gerados no mesmo período do ano passado. Já no primeiro semestre de 2017, o Banco liderado por Paulo Macedo registava um prejuízo de 50 milhões.
Mariana Conceição, Ana Luísa Rodrigues, Sérgio Ramos, Pedro Pessoa - RTP
O valor registado corresponde a um aumento de 46 por cento, face aos 194 milhões de euros registados no período homólogo de 2019.
De acordo com o comunicado do banco, a atividade em Portugal gerou um lucro de 196,5 milhões de euros no primeiro semestre, um aumento face aos 118,7 milhões gerados no mesmo período do ano passado. Já no primeiro semestre de 2017, o Banco liderado por Paulo Macedo registava um prejuízo de 50 milhões.
Mariana Conceição, Ana Luísa Rodrigues, Sérgio Ramos, Pedro Pessoa - RTP
O aumento do produto global da atividade contribuiu para este crescimento. Neste ponto foram alcançados 908,2 milhões de euros no primeiro semestre de 2019, o que representa um aumento de 2,1 por cento face ao período homólogo de 2018.
“Para esta evolução favorável contribuíu a subida da margem complementar em cerca de 34 milhões de euros, mais que compensou a descida de 15 milhões de euros na margem financeira alargada”, explica a CGD em comunicado.
Redução de trabalhadores
Tal como o comunicado do banco indica, “os custos de estrutura mantém a sua trajetória descendente” com os custos com pessoal a registar uma redução de 7,8 por cento e os gastos gerais e administrativos a reduzirem-se 13,3 por cento.
Um dos motivos para a redução destes custos consiste na diminuição do número de funcionários. Segundo informações divulgadas esta terça-feira pelo banco, a CGD reduziu o número de trabalhadores em 172 no primeiro semestre deste ano.No que diz respeito a agências, a redução foi de duas neste semestre, contando o banco com 520 agências em junho.
Em maio, Paulo Macedo afirmava que em termos líquidos era esperado que saíssem cerca de 570 funcionários até ao final do ano, entre pré-reformas, rescisões por mútuo acordo e não renovação de contratos a termo.
Os dados divulgados indicam que em junho deste ano, a CGD conta com 7.503 funcionários, uma redução de 172 trabalhadores face aos 7.675 no final de 2018.
Em maio, Paulo Macedo afirmava que em termos líquidos era esperado que saíssem cerca de 570 funcionários até ao final do ano, entre pré-reformas, rescisões por mútuo acordo e não renovação de contratos a termo.
Os dados divulgados indicam que em junho deste ano, a CGD conta com 7.503 funcionários, uma redução de 172 trabalhadores face aos 7.675 no final de 2018.
A CGD iniciou um processo de redução de trabalhadores desde que foi recapitalizada e negociou o plano de reestruturação com a Comissão Europeia em 2016. Até 2020, o banco público português comprometeu-se com uma redução de 2.200 trabalhadores.
O processo de saída por acordo, com pagamento de indemnizações, iniciou-se em 2017 com a saída de 547 funcionários. Em 2018 foram 646. De forma a cumprir os objetivos acordados com Bruxelas, terão de continuar a sair trabalhadores nos próximos anos.
O processo de saída por acordo, com pagamento de indemnizações, iniciou-se em 2017 com a saída de 547 funcionários. Em 2018 foram 646. De forma a cumprir os objetivos acordados com Bruxelas, terão de continuar a sair trabalhadores nos próximos anos.
c/ Lusa