Luís Tadeu defende Benfica sob controlo de investidores nacionais

Luís Tadeu, ex-candidato à presidência do Benfica, considerou hoje o alegado interesse de um grupo chinês na SAD do clube "uma demonstração óbvia da dimensão internacional da marca Benfica", mas defendeu que o capital maioritário deve permanecer português.

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Em declarações à Agência Lusa, Luís Tadeu reconheceu que "quando um clube tem as suas acções cotadas no mercado bolsista, não pode deixar de se sujeitar às regras desse mesmo mercado".

"O facto de surgir uma OPA, seja qual for o investidor, nacional ou estrangeiro, só prova que o Benfica é uma marca altamente apetecível", disse, para sublinhar de seguida que "numa lógica de mercado, mais cedo ou mais tarde seria previsível uma situação destas".

Todavia, na opinião Luís Tadeu, "os actuais sócios do Benfica não podem deixar de manter a maioria do capital, que actualmente corresponde a 40 por cento da SAD Benfica e 10,4 por cento da Benfica SGPS".

"Os investidores portugueses devem ter a primazia no capital do Benfica e, se necessário, congregar esforços para avançar para uma contra-OPA, a fim de garantir que o capital maioritário do clube permaneça sob controlo nacional", defendeu Luís Tadeu.

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