Economia
"Não me surpreende". Ministra acusa CGTP de não colaborar na negociação da lei laboral
Questionada sobre como interpreta a posição da CGTP ao longo do processo, a ministra do Trabalho disse não estar surpreendida. Maria do Rosário Palma Ramalho afirma ter esperança que UGT aprove as alterações e garante que, se não houver acordo, o Governo vai "aproveitar os contributos que considere úteis".
A ministra do Trabalho disse esta terça-feira não estar surpreendida com a posição da CGTP ao longo do processo de negociação do pacote laboral, acusando a intersindical de se ter autoexcluído “desde a primeira meia hora”.
“Não me surpreende, porque a CGTP – que é, aliás, muito colaborante noutros dossiers (…) – noutros dossiers na verdade não é colaborante, e foi o caso aqui”, afirmou Maria do Rosário Palma Ramalho.
A CGTP “desde a primeira meia hora autoexclui-se do processo negocial, dizendo que aquilo é para rasgar, portanto foi consequente ao longo destes meses com essa primeira indicação”, vincou.
“O sinal claro que vamos ter até sexta-feira, para já, é o da UGT. E proximamente passará o projeto para o Parlamento”, assegurou a ministra aos jornalistas.
Maria do Rosário Palma Ramalho afirmou ainda que, em caso de acordo com a UGT, na proposta de lei “será transposto fielmente o conteúdo” desse acordo.
“Não me surpreende, porque a CGTP – que é, aliás, muito colaborante noutros dossiers (…) – noutros dossiers na verdade não é colaborante, e foi o caso aqui”, afirmou Maria do Rosário Palma Ramalho.
A CGTP “desde a primeira meia hora autoexclui-se do processo negocial, dizendo que aquilo é para rasgar, portanto foi consequente ao longo destes meses com essa primeira indicação”, vincou.
“O sinal claro que vamos ter até sexta-feira, para já, é o da UGT. E proximamente passará o projeto para o Parlamento”, assegurou a ministra aos jornalistas.
Maria do Rosário Palma Ramalho afirmou ainda que, em caso de acordo com a UGT, na proposta de lei “será transposto fielmente o conteúdo” desse acordo.
“Se não houver acordo, o Governo aproveitará, dos muitos contributos que teve, aqueles que considere úteis. Alguns desses contributos vieram da nossa negociação, outros vieram da sociedade civil, de associações diversas”, exemplificou.
A ministra do Trabalho disse ainda confiar que a UGT "saberá honrar a tradição de diálogo, reformismo, compromisso com o país e empenho que trabalhadores portugueses tenham melhores condições".
"É nisto que a UGT se tem distinguido de outras visões que apenas oferecem o bloqueio como alternativa a mudança", declarou.
Maria do Rosário Palma Ramalho acrescentou que "o Governo esteve sempre de boa-fé, fez inúmeras aproximações às posições de outros parceiros, como as confederações patronais também o fizeram".
"É nisto que a UGT se tem distinguido de outras visões que apenas oferecem o bloqueio como alternativa a mudança", declarou.
Maria do Rosário Palma Ramalho acrescentou que "o Governo esteve sempre de boa-fé, fez inúmeras aproximações às posições de outros parceiros, como as confederações patronais também o fizeram".