Economia
OE2027. PS impõe quatro exigências
Com a moção de censura arrumada, a política deita os olhos no Orçamento do Estado do próximo ano. José Luís Carneiro tem repetido que os socialistas zelam pela estabilidade.
O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, afirmou em Palmela que o Governo terá de cumprir quatro condições para os socialistas viabilizarem o Orçamento do Estado para 2027, para garantir a estabilidade política do país.
Segundo José Luís Carneiro, o primeiro-ministro Luís Montenegro terá de garantir que não haverá alterações constitucionais sem acordo entre PS e PSD, que as pensões não serão alteradas e esclarecer o financiamento de investimentos e dos apoios relacionados com as tempestades de fevereiro deste ano.
"Aquilo que exigi ao primeiro-ministro foram duas questões fundamentais. Por um lado, ele tem publicamente de se comprometer com o PS, de que não haverá alterações à Constituição, relativamente às quais os dois partidos fundadores da democracia não estejam de acordo", afirmou.
"Em segundo lugar - e aqui o primeiro-ministro já deu essa garantia -, não se pode mexer nas pensões. Nós queremos ser a garantia da segurança dos pensionistas e das pensões, acrescentou.
Para José Luís Carneiro, há duas outras questões fundamentais que devem ser esclarecidas pelo primeiro-ministro e pelo Governo da AD (coligação PSD/CDS-PP).
"Como é que se vão financiar os investimentos previstos em escolas, hospitais, centro de saúde e equipamentos sociais, depois do plano de recuperação e de resiliência, na medida em que o Governo deixou por executar muitos desses projetos. Por outro lado, como é que o Governo vai responder às tempestades, nomeadamente nos apoios que prometeu às empresas, às famílias e às autarquias", questionou o líder socialista durante uma visita às Festas das Vindimas, em Palmela, no distrito de Setúbal.
"Aquilo que exigi ao primeiro-ministro foram duas questões fundamentais. Por um lado, ele tem publicamente de se comprometer com o PS, de que não haverá alterações à Constituição, relativamente às quais os dois partidos fundadores da democracia não estejam de acordo", afirmou.
"Em segundo lugar - e aqui o primeiro-ministro já deu essa garantia -, não se pode mexer nas pensões. Nós queremos ser a garantia da segurança dos pensionistas e das pensões, acrescentou.
Para José Luís Carneiro, há duas outras questões fundamentais que devem ser esclarecidas pelo primeiro-ministro e pelo Governo da AD (coligação PSD/CDS-PP).
"Como é que se vão financiar os investimentos previstos em escolas, hospitais, centro de saúde e equipamentos sociais, depois do plano de recuperação e de resiliência, na medida em que o Governo deixou por executar muitos desses projetos. Por outro lado, como é que o Governo vai responder às tempestades, nomeadamente nos apoios que prometeu às empresas, às famílias e às autarquias", questionou o líder socialista durante uma visita às Festas das Vindimas, em Palmela, no distrito de Setúbal.
José Luís Carneiro assegurou ainda que só após haver uma palavra clara do primeiro-ministro sobre estas matérias é que os socialistas vão olhar para a proposta do Orçamento do Estado de 2027.
c/Lusa