Economia
PIB da Zona Euro recua 1,8% no primeiro trimestre
A economia da Zona Euro recuou 1,8 por cento e a da União Europeia (UE) 1,7 no primeiro trimestre do ano, face aos primeiros três meses de 2020, segundo uma estimativa do Eurostat.
Comparado com o trimestre anterior, o Produto Interno Bruto (PIB) da zona euro diminuiu 0,6 por cento e da UE 0,4 por cento, entre janeiro e março.
Na comparação homóloga este é o quarto trimestre consecutivo em que os PIB dos dois blocos recuam, tendo, no entanto, a quebra abrandado face à registada nos últimos três meses de 2020: 4,9 por cento e 4,6 por cento, respetivamente.
De acordo com o gabinete estatístico europeu, na comparação com o trimestre anterior, os decréscimos dos primeiros três meses do ano primeiros trimestres abrandam face às descidas no quarto trimestre de 2020 (-0,7 por cento na zona euro e -0,5 por cento na UE), após uma forte recuperação no terceiro trimestre de 2020 (12,5 por cento na zona euro e 11,7 por cento na UE) e as maiores descidas desde o início da série cronológica em 1995 no segundo trimestre de 2020 (-11,6 por cento na zona euro e -11,2 por cento na UE).
Números do desemprego
Os dados do gabinete europeu de estatísticas revelam ainda que a taxa de desemprego da Zona Euro fixou-se, em março, nos 8,1 por cento. Na União Europeia (UE), foi de 7,3 por cento.
Na Zona Euro, a taxa de desemprego de 8,1 por cento recuou face aos 8,2 por cento de fevereiro, mas subiu na comparação com os 7,1 por cento de março de 2020.
Já no conjunto dos 27 Estados-membros os 7,3 por cento de desemprego em março comparam-se com os 7,4 por cento de fevereiro e os 6,4 por cento homólogos.
Segundo o Eurostat, em março estavam 15,520 milhões de pessoas desempregadas na UE, 13,166 milhões das quais na Zona Euro.
A taxa de desemprego juvenil, por seu lado, foi de 17,2 por cento na Zona Euro e de 17,1 por cento na UE, que se comparam, respetivamente, com 17,3 por cento e 17,2 por cento de fevereiro e 15,4 por cento e 14,9 por cento de março de 2020.
Na comparação homóloga este é o quarto trimestre consecutivo em que os PIB dos dois blocos recuam, tendo, no entanto, a quebra abrandado face à registada nos últimos três meses de 2020: 4,9 por cento e 4,6 por cento, respetivamente.
De acordo com o gabinete estatístico europeu, na comparação com o trimestre anterior, os decréscimos dos primeiros três meses do ano primeiros trimestres abrandam face às descidas no quarto trimestre de 2020 (-0,7 por cento na zona euro e -0,5 por cento na UE), após uma forte recuperação no terceiro trimestre de 2020 (12,5 por cento na zona euro e 11,7 por cento na UE) e as maiores descidas desde o início da série cronológica em 1995 no segundo trimestre de 2020 (-11,6 por cento na zona euro e -11,2 por cento na UE).
Números do desemprego
Os dados do gabinete europeu de estatísticas revelam ainda que a taxa de desemprego da Zona Euro fixou-se, em março, nos 8,1 por cento. Na União Europeia (UE), foi de 7,3 por cento.
Na Zona Euro, a taxa de desemprego de 8,1 por cento recuou face aos 8,2 por cento de fevereiro, mas subiu na comparação com os 7,1 por cento de março de 2020.
Já no conjunto dos 27 Estados-membros os 7,3 por cento de desemprego em março comparam-se com os 7,4 por cento de fevereiro e os 6,4 por cento homólogos.
Segundo o Eurostat, em março estavam 15,520 milhões de pessoas desempregadas na UE, 13,166 milhões das quais na Zona Euro.
A taxa de desemprego juvenil, por seu lado, foi de 17,2 por cento na Zona Euro e de 17,1 por cento na UE, que se comparam, respetivamente, com 17,3 por cento e 17,2 por cento de fevereiro e 15,4 por cento e 14,9 por cento de março de 2020.
Um total de 2,951 milhões de jovens com menos de 25 anos estavam desempregados na UE, dos quais 2,373 milhões na Zona Euro, em março.
Inflação sobe para 1,6% na Zona Euro
A estimativa rápida publicada pelo Eurostat aponta para uma taxa de inflação anual da Zona Euro de 1,6 por cento em abril de 2021, contra a de 1,3 por cento em março e de 0,3 por cento homóloga.
A estimativa rápida publicada pelo Eurostat aponta para uma taxa de inflação anual da Zona Euro de 1,6 por cento em abril de 2021, contra a de 1,3 por cento em março e de 0,3 por cento homóloga.
Entre as principais componentes da inflação da Zona Euro, a energia deverá ter a taxa anual mais elevada em abril (10,3 por cento, contra 4,3 por cento em março), seguida pelos serviços (0,9 por cento, face aos 1,3 por cento de março), alimentação, álcool e tabaco (0,7 por cento, contra 1,1 por cento em março) e bens industriais excluindo energia (0,5 por cento, que se comparam com os 0,3 por cento de março).