Economia
Polícia encerra banco Espírito Santo em Madrid
A sede do Banco Espírito Santo (BES) em Madrid, assim como a delegação em Barcelona, foram hoje encerradas pela polícia espanhola por suspeita de "branqueamento de capitais".
As instalações do Banco Espírito Santo (BES) em Barcelona estão também a ser alvo de buscas policiais.
A sede do banco português em Madrid foi esta manhã encerrada, e objecto de buscas policiais, numa operação conduzida pela Unidade Central Operacional da Guarda Civil espanhola.
Fonte do BES em Madrid disse à agência Lusa que a "operação não é necessariamente contra o banco", sugerindo a possibilidade de dizer respeito a clientes.
Em Madrid, a intervenção policial, que começou cerca das 10:00, "está ainda em curso", tal como em Barcelona, onde uma fonte do governo catalão adiantou que "é esperada para breve uma conferência de imprensa" que esclareça os contornos da operação.
A motivar o encerramento estão suspeitas de alegadas práticas de "branqueamento de capitais", revelou à agência AFP fonte da Unidade Central Operacional da Guarda Civil espanhola, que está a comandar a operação.
A intervenção policial, que começou cerca das 10:00, "está ainda em curso", acrescentou a mesma fonte.
O BES tem representações em 22 províncias de Espanha e está no país vizinho desde 1990.
BES em Barcelona também alvo de buscas policiais
As instalações do Banco Espírito Santo (BES) em Barcelona estão também a ser alvo de buscas policiais, constatou a agência Lusa no local.
A sede do banco português em Madrid foi esta manhã encerrada, e objecto de buscas policiais, numa operação conduzida pela Unidade Central Operacional da Guarda Civil espanhola.
Fonte do BES em Madrid disse à agência Lusa que a "operação não é necessariamente contra o banco", sugerindo a possibilidade de dizer respeito a clientes.
Uma fonte da Guarda Civil espanhola disse à agência AFP que a operação foi motivada por suspeitas de alegadas práticas de branqueamento de capitais.
Em Madrid, a intervenção policial, que começou cerca das 10:00, "está ainda em curso", tal como em Barcelona, onde uma fonte do governo catalão adiantou que "é esperada para breve uma conferência de imprensa" que esclareça os contornos da operação.
Buscas no BES por alegado branqueamento capitais - Audiência Nacional
As buscas às sedes do BES em Madrid e Barcelona inserem-se em investigações conduzidas pela Procuradoria Anti-corrupção espanhola no âmbito de um processo de branqueamento de capitais, informou à Lusa fonte da Audiência Nacional em Madrid.
Horas depois do início das buscas e, segundo fontes policiais, no âmbito do mesmo processo de investigação, agentes policiais iniciaram uma busca à sede do banco privado francês BNP Paribas, em Madrid.
Fonte desta entidade explicou que a busca não está relacionada com as operações do banco, mas sim com as de um cliente, inserindo-se na mesma investigação judicial que a Guarda Civil tem em curso nos escritórios do BES.
A mesma informação foi confirmada à Lusa por fonte policial que disse que a acção está relacionada com uma "alegada evasão de capitais por parte de um cliente não residente em Espanha".
Na sede do BES em Barcelona, uma fonte policial disse à Lusa que a operação envolve ainda buscas à sede da seguradora espanhola Cahispa e buscas a "domicílios de responsáveis" do BES nesta cidade espanhola.
Estão envolvidos 80 agentes da Agência Tributária e mais de 100 efectivos da Guarda Civil na operação em Barcelona, não havendo ainda dados disponíveis sobre o número de agentes envolvidos na operação em Madrid.
A fonte da Audiência Nacional, que se escusou a precisar se as investigações se referem directamente ao BES ou apenas a algum dos seus clientes, explicou que as ordens de busca policial foram dadas pelo juiz da Audiência Nacional, Baltasar Garzon.
O mesmo juiz deu igualmente as ordens para o BNP, no centro de Madrid.
Agentes da Unidade Central de Operações da Guarda Civil participam nas operações em curso na sede do BES, na Calle Serrano, em Madrid e na sucursal de Barcelona, na Avenida Diagonal, que estão a ser conduzidas pelo procurador Luis Pastor.
Até ao momento responsáveis do BES em Espanha escusaram-se a comentar as operações, tendo fonte do governo em Barcelona antecipado que poderá ainda hoje haver uma conferência de imprensa para dar conta de dados da operação.
Fonte do governo em Madrid disse à Lusa que as operações poderão estar relacionadas com um caso a ser investigado desde 2000 que envolve alegados delitos de branqueamento de capitais e evasão fiscal e outros crimes contra a Fazenda Pública.
BES diz que investigação é sobre entidades clientes
O Banco Espírito Santo (BES) refere que as investigações que foram desencadeadas hoje às suas instalações em Espanha resultam de decisão sobre entidades clientes e diz que está a prestar toda a colaboração às entidades espanholas.
"Na sequência das acções investigatórias desencadeadas esta manhã pela Guardia Civil espanhola em instalações do BES (Espanha) cumpre-nos informar que as mesmas resultam de uma decisão do Juzgado Central de Instrucción n5 (Madrid) contra entidades clientes", refere o banco em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
Na nota, a instituição refere que o BES (Espanha) "está a prestar toda a colaboração solicitada pelas autoridades, prosseguindo a sua actividade de forma normal e regular".
O grupo BES "actuou, actua e continuará a actuar no mais rigoroso cumprimento da lei, tanto em Espanha como em todos os países em que está presente, sempre na mais rigorosa observância de exigentes mecanismos de controlo interno", acrescenta o comunicado.
Às 15:13, as acções do BES seguiam na Euronext Lisboa a cair 0,96 por cento para 12,35 euros.
A sede do banco português em Madrid foi esta manhã encerrada, e objecto de buscas policiais, numa operação conduzida pela Unidade Central Operacional da Guarda Civil espanhola.
Fonte do BES em Madrid disse à agência Lusa que a "operação não é necessariamente contra o banco", sugerindo a possibilidade de dizer respeito a clientes.
Em Madrid, a intervenção policial, que começou cerca das 10:00, "está ainda em curso", tal como em Barcelona, onde uma fonte do governo catalão adiantou que "é esperada para breve uma conferência de imprensa" que esclareça os contornos da operação.
A motivar o encerramento estão suspeitas de alegadas práticas de "branqueamento de capitais", revelou à agência AFP fonte da Unidade Central Operacional da Guarda Civil espanhola, que está a comandar a operação.
A intervenção policial, que começou cerca das 10:00, "está ainda em curso", acrescentou a mesma fonte.
O BES tem representações em 22 províncias de Espanha e está no país vizinho desde 1990.
BES em Barcelona também alvo de buscas policiais
As instalações do Banco Espírito Santo (BES) em Barcelona estão também a ser alvo de buscas policiais, constatou a agência Lusa no local.
A sede do banco português em Madrid foi esta manhã encerrada, e objecto de buscas policiais, numa operação conduzida pela Unidade Central Operacional da Guarda Civil espanhola.
Fonte do BES em Madrid disse à agência Lusa que a "operação não é necessariamente contra o banco", sugerindo a possibilidade de dizer respeito a clientes.
Uma fonte da Guarda Civil espanhola disse à agência AFP que a operação foi motivada por suspeitas de alegadas práticas de branqueamento de capitais.
Em Madrid, a intervenção policial, que começou cerca das 10:00, "está ainda em curso", tal como em Barcelona, onde uma fonte do governo catalão adiantou que "é esperada para breve uma conferência de imprensa" que esclareça os contornos da operação.
Buscas no BES por alegado branqueamento capitais - Audiência Nacional
As buscas às sedes do BES em Madrid e Barcelona inserem-se em investigações conduzidas pela Procuradoria Anti-corrupção espanhola no âmbito de um processo de branqueamento de capitais, informou à Lusa fonte da Audiência Nacional em Madrid.
Horas depois do início das buscas e, segundo fontes policiais, no âmbito do mesmo processo de investigação, agentes policiais iniciaram uma busca à sede do banco privado francês BNP Paribas, em Madrid.
Fonte desta entidade explicou que a busca não está relacionada com as operações do banco, mas sim com as de um cliente, inserindo-se na mesma investigação judicial que a Guarda Civil tem em curso nos escritórios do BES.
A mesma informação foi confirmada à Lusa por fonte policial que disse que a acção está relacionada com uma "alegada evasão de capitais por parte de um cliente não residente em Espanha".
Na sede do BES em Barcelona, uma fonte policial disse à Lusa que a operação envolve ainda buscas à sede da seguradora espanhola Cahispa e buscas a "domicílios de responsáveis" do BES nesta cidade espanhola.
Estão envolvidos 80 agentes da Agência Tributária e mais de 100 efectivos da Guarda Civil na operação em Barcelona, não havendo ainda dados disponíveis sobre o número de agentes envolvidos na operação em Madrid.
A fonte da Audiência Nacional, que se escusou a precisar se as investigações se referem directamente ao BES ou apenas a algum dos seus clientes, explicou que as ordens de busca policial foram dadas pelo juiz da Audiência Nacional, Baltasar Garzon.
O mesmo juiz deu igualmente as ordens para o BNP, no centro de Madrid.
Agentes da Unidade Central de Operações da Guarda Civil participam nas operações em curso na sede do BES, na Calle Serrano, em Madrid e na sucursal de Barcelona, na Avenida Diagonal, que estão a ser conduzidas pelo procurador Luis Pastor.
Até ao momento responsáveis do BES em Espanha escusaram-se a comentar as operações, tendo fonte do governo em Barcelona antecipado que poderá ainda hoje haver uma conferência de imprensa para dar conta de dados da operação.
Fonte do governo em Madrid disse à Lusa que as operações poderão estar relacionadas com um caso a ser investigado desde 2000 que envolve alegados delitos de branqueamento de capitais e evasão fiscal e outros crimes contra a Fazenda Pública.
BES diz que investigação é sobre entidades clientes
O Banco Espírito Santo (BES) refere que as investigações que foram desencadeadas hoje às suas instalações em Espanha resultam de decisão sobre entidades clientes e diz que está a prestar toda a colaboração às entidades espanholas.
"Na sequência das acções investigatórias desencadeadas esta manhã pela Guardia Civil espanhola em instalações do BES (Espanha) cumpre-nos informar que as mesmas resultam de uma decisão do Juzgado Central de Instrucción n5 (Madrid) contra entidades clientes", refere o banco em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
Na nota, a instituição refere que o BES (Espanha) "está a prestar toda a colaboração solicitada pelas autoridades, prosseguindo a sua actividade de forma normal e regular".
O grupo BES "actuou, actua e continuará a actuar no mais rigoroso cumprimento da lei, tanto em Espanha como em todos os países em que está presente, sempre na mais rigorosa observância de exigentes mecanismos de controlo interno", acrescenta o comunicado.
Às 15:13, as acções do BES seguiam na Euronext Lisboa a cair 0,96 por cento para 12,35 euros.