Economia
Portugal e China. Saldo comercial de 2018 a pender para o oriente
As exportações de Portugal para a China totalizaram, no ano passado, 1,95 mil milhões de euros, valor que representa um crescimento de 5,59 por cento face a 2017. Mas as importações somaram 3283 milhões. O saldo é negativo em 1325 millhões de euros. Os números pertencem aos Serviços de Alfândega de Pequim e estão no portal do Fórum Macau.
Segundo os dados publicados pelo Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa – ou Fórum Macau -, as trocas entre Portugal e o colosso asiático somaram 6016 milhões de dólares em 2018, o equivalente a 5240 milhões de euros. Relativamente a 2017, o acréscimo é de 408 milhões de dólares.Portugal começou esta semana a exportar carne de
porco para a China, num movimento comercial com um valor estimado em
100 milhões de euros.
As importações foram de 3769 milhões de dólares. Ou seja, a balança comercial é favorável a Pequim em cerca de 1522 milhões de dólares. E se as exportações cresceram em 5,59 por cento, as aquisições de produtos chineses aumentaram em 8,29.
Quanto ao somatório das trocas entre chineses e os países de língua portuguesa, os números aventados pelo Fórum Macau referem 147,35 milhões de dólares “de janeiro a dezembro de 2018”, o que corresponde a um crescimento homólogo de 25,31 por cento.
As importações da China valeram, neste último capítulo, 105.506 milhões de dólares - o acréscimo face a 2017 é de 30,24 por cento. Quanto às exportações, o país vendeu 41.847 milhões, num crescimento de 14,4 por cento.
Primeiro Brasil, depois Angola
No topo do conjunto de países de língua portuguesa, em matéria de relações comerciais com a China, figura o Brasil. As trocas comerciais entre os dois países valeram em 2018 110,8 mil milhões de dólares.
A segunda maior economia do mundo comprou ao Brasil produtos num valor de 77,07 mil milhões de dólares, acima, em 32 por cento, do que acontecera em 2017, ao passo que os brasileiros compraram 33,74 mil milhões de dólares em bens chineses – o crescimento foi aqui de 15,39 por cento.
Segue-se Angola. O país africano trocou com a China 27,75 mil milhões de dólares. Os angolanos exportaram produtos no valor de 25,1 mil milhões de dólares, enquanto Pequim comprou 2,23 mil milhões em bens de Luanda.
A Região Administrativa Especial de Macau é desde 2003 a plataforma do Governo central de Pequim para as relações de cooperação económica e comercial com os países lusófonos. O Fórum Macau foi instituído nesse mesmo ano.
c/ Lusa
As importações foram de 3769 milhões de dólares. Ou seja, a balança comercial é favorável a Pequim em cerca de 1522 milhões de dólares. E se as exportações cresceram em 5,59 por cento, as aquisições de produtos chineses aumentaram em 8,29.
Quanto ao somatório das trocas entre chineses e os países de língua portuguesa, os números aventados pelo Fórum Macau referem 147,35 milhões de dólares “de janeiro a dezembro de 2018”, o que corresponde a um crescimento homólogo de 25,31 por cento.
As importações da China valeram, neste último capítulo, 105.506 milhões de dólares - o acréscimo face a 2017 é de 30,24 por cento. Quanto às exportações, o país vendeu 41.847 milhões, num crescimento de 14,4 por cento.
Primeiro Brasil, depois Angola
No topo do conjunto de países de língua portuguesa, em matéria de relações comerciais com a China, figura o Brasil. As trocas comerciais entre os dois países valeram em 2018 110,8 mil milhões de dólares.
A segunda maior economia do mundo comprou ao Brasil produtos num valor de 77,07 mil milhões de dólares, acima, em 32 por cento, do que acontecera em 2017, ao passo que os brasileiros compraram 33,74 mil milhões de dólares em bens chineses – o crescimento foi aqui de 15,39 por cento.
Segue-se Angola. O país africano trocou com a China 27,75 mil milhões de dólares. Os angolanos exportaram produtos no valor de 25,1 mil milhões de dólares, enquanto Pequim comprou 2,23 mil milhões em bens de Luanda.
A Região Administrativa Especial de Macau é desde 2003 a plataforma do Governo central de Pequim para as relações de cooperação económica e comercial com os países lusófonos. O Fórum Macau foi instituído nesse mesmo ano.
c/ Lusa