Economia
Guerra no Médio Oriente
Portugal entre cinco países da UE que apelam a imposto sobre lucros extraordinários das empresas de energia
Joaquim Miranda Sarmento foi um dos cinco ministros das Finanças a assinar uma carta que pede um imposto às empresas de energia para mitigar os efeitos da guerra nos preços dos combustíveis.
Cinco ministros das Finanças da União Europeia, incluindo o ministro português, enviaram uma carta à Comissão Europeia a pedir a aplicação de um imposto sobre os lucros extraordinários das empresas de energia.
Em causa está o aumento dos preços dos combustíveis devido à guerra iniciada pelos Estados Unidos e Israel contra o Irão a 28 de fevereiro.
Para além do português Joaquim Miranda Sarmento, os restantes signatários desta carta foram os ministros das Finanças da Alemanha, Itália, Áustria e Espanha.
A carta, a que a agência Reuters teve acesso, refere que esta medida seria um sinal de que "estamos unidos e somos capazes de agir".
"Além disso, estaríamos a passar a mensagem clara de que aqueles que lucram com as consequências da guerra devem fazer a sua parte para aliviar o fardo que recai sobre a população em geral", escreveram.
A missiva, datada de 3 de abril, é endereçada ao comissário Europeu para o Clima, Neutralidade Carbónica e Crescimento Sustentável, o neerlandês Wopke Hoekstra.
"Dadas as atuais distorções do mercado e as restrições orçamentais, a Comissão Europeia deve desenvolver rapidamente um instrumento de contribuição semelhante" à contribuição de solidariedade temporária estabelecida em 2022, no seguimento da crise energética decorrente da guerra na Ucrânia, defendem.
c/ agências
Em causa está o aumento dos preços dos combustíveis devido à guerra iniciada pelos Estados Unidos e Israel contra o Irão a 28 de fevereiro.
Para além do português Joaquim Miranda Sarmento, os restantes signatários desta carta foram os ministros das Finanças da Alemanha, Itália, Áustria e Espanha.
A carta, a que a agência Reuters teve acesso, refere que esta medida seria um sinal de que "estamos unidos e somos capazes de agir".
"Além disso, estaríamos a passar a mensagem clara de que aqueles que lucram com as consequências da guerra devem fazer a sua parte para aliviar o fardo que recai sobre a população em geral", escreveram.
A missiva, datada de 3 de abril, é endereçada ao comissário Europeu para o Clima, Neutralidade Carbónica e Crescimento Sustentável, o neerlandês Wopke Hoekstra.
"Dadas as atuais distorções do mercado e as restrições orçamentais, a Comissão Europeia deve desenvolver rapidamente um instrumento de contribuição semelhante" à contribuição de solidariedade temporária estabelecida em 2022, no seguimento da crise energética decorrente da guerra na Ucrânia, defendem.
c/ agências