Economia
Posição da REN. Governo rejeita críticas do PS sobre investimento
Depois das palavras do líder do PS, o ministério das Finanças esclareceu o negócio da REN.
O gabinete de Miranda Sarmento rejeitou a comparação do valor pago pelo Estado para adquirir 13,7% da REN com o dinheiro gasto com a redução de IRS ou com o bónus dos pensionistas.
A compra de ações da REN custou quase 390 milhões de euros. Estas duas medidas custam 400 milhões cada uma aos cofres do Estado.
O Ministério das Finanças disse que a comparação não faz sentido porque a compra da posição da REN não entra para o saldo orçamental nem tem impacto na dívida pública.
Além disso, o Governo explica que Portugal era o único país da União Europeia que não era acionista da empresa que gere a rede de energia.
O Ministério indicou que dos 27 países, 14% são donos a 100% da empresa, oito detêm mais de 50% do capital e três têm uma participação superior a 20%.
O Governo reiterou que a decisão se deve às mudanças geopolíticas e à cada vez maior importância da energia.
A compra de ações da REN custou quase 390 milhões de euros. Estas duas medidas custam 400 milhões cada uma aos cofres do Estado.
O Ministério das Finanças disse que a comparação não faz sentido porque a compra da posição da REN não entra para o saldo orçamental nem tem impacto na dívida pública.
Além disso, o Governo explica que Portugal era o único país da União Europeia que não era acionista da empresa que gere a rede de energia.
O Ministério indicou que dos 27 países, 14% são donos a 100% da empresa, oito detêm mais de 50% do capital e três têm uma participação superior a 20%.
O Governo reiterou que a decisão se deve às mudanças geopolíticas e à cada vez maior importância da energia.