Economia
Preço do cabaz alimentar volta a subir e ultrapassa os 254 euros
O cabaz alimentar composto por 63 bens essenciais aumentou 2,11 euros desde a última semana. Custa agora 254,73 euros, de acordo com a Deco Proteste.
Após uma descida relativa de 94 cêntimos, o cabaz alimentar monitorizado pela associação de defesa do consumidor, Deco Proteste, voltou a subir e ultrapassa esta semana os 254 euros.
No início deste ano, o mesmo cabaz custava menos 12,91 euros aos consumidores. Já no início de 2022, era possível obtêlo com menos 67,03 euros, uma diferença de 35,71 por cento.
O conjunto de alimentos inclui peru, frango, carapau, pescada, congelados, frutas, legumes, laticínios e produtos de mercearia.
Entre 26 de agosto e 2 de setembro, as massas espirais, a massa esparguete e o pão de forma sem côdea registaram os maiores aumentos de preço, à volta de 22, 21 e 14 por cento respetivamente.
Em relação ao ano passado, a maior subida de preço verificou-se no bacalhau graúdo, com um aumento de 25 por cento, e no robalo, 24 por cento mais barato em 2025.
No início deste ano, o mesmo cabaz custava menos 12,91 euros aos consumidores. Já no início de 2022, era possível obtêlo com menos 67,03 euros, uma diferença de 35,71 por cento.
O conjunto de alimentos inclui peru, frango, carapau, pescada, congelados, frutas, legumes, laticínios e produtos de mercearia.
Entre 26 de agosto e 2 de setembro, as massas espirais, a massa esparguete e o pão de forma sem côdea registaram os maiores aumentos de preço, à volta de 22, 21 e 14 por cento respetivamente.
Em relação ao ano passado, a maior subida de preço verificou-se no bacalhau graúdo, com um aumento de 25 por cento, e no robalo, 24 por cento mais barato em 2025.