Primeiras medidas na Irlanda e Grécia foram cortes nos salários, pensões e aumento de impostos
Lisboa, 06 abr (Lusa) - Cortes nos salários e nos subsídios da função pública, redução das pensões, aumento fiscal e despedimento de funcionários públicos são algumas das medidas que o FMI exigiu à Grécia e Irlanda quando estes países negociaram as respetivas ajudas externas.
Em abril de 2010, a Grécia recorreu diretamente à ajuda do FMI porque não havia ainda um fundo de resgate europeu, e entre as medidas de austeridade negociadas e posteriormente aplicadas incluía-se ações em quatro grandes sectores: cortes nos salários, reestruturação das pensões, uma reforma fiscal e um plano de privatizações.
Nos salários, o governo grego congelou os ordenados a todos os trabalhadores do sector público, fez cortes em alguns escalões e despediu funcionários públicos a contrato.