Economia
Produção de azeitona na região de Elvas pode subir acima da média
A produção de azeitona para azeite na região de Elvas (Portalegre) pode atingir este ano valores acima da média para a zona e mais do dobro em relação a 2005, avançou hoje um responsável do sector.
Em declarações à agência Lusa, o presidente da Associação de Olivicultores da Região de Elvas (AORE), José Costa Falcão, lembrou que "2005 foi catastrófico para o sector, devido à seca", tendo a produção caído para metade em comparação com os valores do ano anterior.
O responsável, que não avançou números respeitantes às produções, recordou ainda ter sido "muito boa" a campanha de 2004.
"A produção deste ano poderia ser ainda melhor, mas os efeitos da seca do ano passado ainda vão reflectir-se na presente campanha", observou.
Quando falta cerca de um mês para o início da colheita da azeitona, o responsável explicou que "há também condições ideais para um ano bom em termos de qualidade".
No entanto, advertiu que "os olivicultores devem ter o cuidado de tratar os olivais, caso contrário a qualidade pode cair muito".
José Costa Falcão alertou ainda os olivicultores para os possíveis ataques de gafa e mosca, que podem ocorrer durante o mês de Outubro e afectar a qualidade da azeitona.
Referindo-se ao preço do azeite, o responsável defende que "vai ter de baixar este ano".
"Só conseguimos vender o azeite se o preço for comportável com o poder de compra das pessoas e em minha opinião o preço do azeite tem de baixar", declarou.
Para José Costa Falcão, a Espanha, que é o maior produtor mundial de azeite, que domina, juntamente com a Itália, o mercado internacional do sector, é o país que marca o preço do produto.
O responsável indicou ainda que grande parte da azeitona da região é transformada em lagares de outros locais e alguma é exportada para Espanha.
A Associação de Olivicultores da Região de Elvas, uma das principais do país no sector, tem cerca de 1700 associados e abrange uma área de 25 mil hectares de olival.
O responsável, que não avançou números respeitantes às produções, recordou ainda ter sido "muito boa" a campanha de 2004.
"A produção deste ano poderia ser ainda melhor, mas os efeitos da seca do ano passado ainda vão reflectir-se na presente campanha", observou.
Quando falta cerca de um mês para o início da colheita da azeitona, o responsável explicou que "há também condições ideais para um ano bom em termos de qualidade".
No entanto, advertiu que "os olivicultores devem ter o cuidado de tratar os olivais, caso contrário a qualidade pode cair muito".
José Costa Falcão alertou ainda os olivicultores para os possíveis ataques de gafa e mosca, que podem ocorrer durante o mês de Outubro e afectar a qualidade da azeitona.
Referindo-se ao preço do azeite, o responsável defende que "vai ter de baixar este ano".
"Só conseguimos vender o azeite se o preço for comportável com o poder de compra das pessoas e em minha opinião o preço do azeite tem de baixar", declarou.
Para José Costa Falcão, a Espanha, que é o maior produtor mundial de azeite, que domina, juntamente com a Itália, o mercado internacional do sector, é o país que marca o preço do produto.
O responsável indicou ainda que grande parte da azeitona da região é transformada em lagares de outros locais e alguma é exportada para Espanha.
A Associação de Olivicultores da Região de Elvas, uma das principais do país no sector, tem cerca de 1700 associados e abrange uma área de 25 mil hectares de olival.