Preço do gás natural desce mais de 5% e situa-se nos 48 euros
O preço do gás natural para entrega dentro de um mês no mercado TTF dos Países Baixos, referência na Europa, registou hoje uma queda superior a 5%, situando-se nos 48 euros.
No início da sessão, o contrato a prazo do TTF holandês, a referência do gás natural europeu, desceu 5,67%, para 47,99 euros por megawatt-hora.
O preço do gás natural TTF registou uma subida anual de 70,66%.
A queda do preço do gás ocorreu perante o anúncio de que o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fará hoje um discurso sobre a guerra no Irão.
A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou na sua conta da rede social X que Trump fará um discurso à nação para comunicar uma "novidade importante" sobre a guerra no Irão às 21:00 (hora local; 02:00 em Lisboa).
Além da queda do preço do gás, também o petróleo Brent, referência na Europa, chegou a cair cerca de 5%, com o barril a situar-se nos 100 dólares, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), referência nos Estados Unidos, registou uma queda de 3,95% e o barril cotava-se a 97,38 dólares, antes da abertura oficial de Wall Street.
Nos últimos dois dias, o preço do gás natural situou-se em 54,68 euros por megawatt-hora.
Bolsas europeias sobem mais de 2% pendentes do discurso de Trump sobre a guerra
As principais bolsas europeias abriram hoje em forte alta, a avançar mais de 2%, pendentes do discurso do Presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Donald Trump, sobre uma "importante atualização" da guerra no Irão.
Cerca das 08:30 em Lisboa, o EuroStoxx 600 estava a avançar 2,44%, para 597,37 pontos.
As bolsas de Paris e Frankfurt avançavam 2,13% e 2,13%, enquanto as de Madrid e Milão valorizavam 2,79% e 2,81%, respetivamente.
Londres era a exceção, já que subia 1,80%.
A bolsa de Lisboa mantinha a tendência da abertura, com o principal índice, o PSI, a subir 0,91%, para 9.214,88 pontos.
O euro também subia, 0,30%, para 1,1588 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt, contra 1,1553 dólares na terça-feira.
O anúncio feito pela porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, de que Trump fará uma declaração sobre a guerra no Irão hoje "às 21:00 (01:00 GMT de quinta-feira)" -- 02:00 em Lisboa -, levou a uma queda acentuada no preço do petróleo.
A mensagem de Trump chegará na madrugada europeia depois de na terça-feira ter assegurado que os seus objetivos no Irão estão cumpridos e que num prazo de duas a três semanas, em meados de abril, espera uma retirada do país.
Trump sublinhou que depois da sua próxima retirada do Médio Oriente deixará a segurança do estreito de Ormuz nas mãos de outros países interessados no trânsito de petróleo na região e mencionou diretamente a França e a China.
O mandatário norte-americano pediu aos países que se negaram a juntar-se à sua ofensiva militar contra o Irão para agir com "coragem" e para que "tomem" o estreito de Ormuz, e apontou que quando "o mais complicado já estiver feito, que vão atrás do seu petróleo".
O preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em junho, baixava 4,44%, para 99,35 dólares, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), para entrega em maio, de referência nos EUA, recuava 3,94%, para 97,39 dólares.
O gás natural para entrega em maio no mercado TFF dos Países Baixos, referência na Europa, cedia 5,26%, para 48,04 euros por megawatt-hora (MWh).
Os metais preciosos estavam mistos, o ouro avançava 1,11%, para 4.719,84 dólares a onça, e a prata recuava 0,32%, para 74,93 dólares a onça.
Os futuros dos índices norte-americanos apontam para ganhos de 0,64% para o Dow Jones e de 1% para o Nasdaq, depois de os mesmos terem terminado na terça-feira a avançar 2,49% e 3,83%, respetivamente.
No mercado de dívida, os juros da obrigação a 10 anos da Alemanha desciam, para 2,937%, contra 3,002% na terça-feira.
Quanto às criptomoedas, a `bitcoin` avançava 0,84% para 68.736 dólares.
Irão deteve 65 pessoas por "colaboração com o inimigo"
O Irão deteve dezenas de pessoas nos últimos tempos, acusando-as de fornecerem informações aos EUA ou a Israel, ou de comprometerem a segurança nacional de alguma outra forma.
Ações do Irão no Estreito de Ormuz são "extorsão económica global"
À medida que os impactos do encerramento efetivo do Estreito se deslocam para oeste e os preços dos alimentos e dos combustíveis sobem em toda a Europa, “o mundo deve agir em conjunto para proteger o livre fluxo de energia”, afirmou.
Sultan al-Jaber apelou ainda a uma ação global para proteger o livre fluxo de energia e instou a que a Resolução 2817 do Conselho de Segurança da ONU seja cumprida para garantir a livre navegação no estreito.
Apoios para mitigar aumento do preço dos combustíveis começam a ser pagos
O pacote de medidas, aprovado na semana passada em Conselho de Ministros, ronda os 150 milhões de euros.
Entre as medidas estão apoios para o gasóleo profissional utilizado pelos transportes de mercadorias, assim como um apoio extraordinário aos setores agrícola, florestal, das pescas e aquicultura.
O primeiro-ministro explicou na semana passada que "em causa está um mecanismo extraordinário para o gasóleo profissional" que consiste num apoio de mais dez cêntimos por litro e que acresce ao que já tinha sido anunciado pelo Governo, até ao limite de 15.000 litros.
Começam também a ser pagos os apoios extraordinários para as associações humanitárias de bombeiros, empresas de táxis e um pagamento único às Instituições Particulares de Solidariedade Social.
No Conselho de Ministros da passada sexta-feira, Luís Montenegro adiantou que os apoios rondam os 150 milhões de euros.
"O foco do Governo é claro: atenuar os impactos na vida dos portugueses e manter a capacidade financeira do Estado para poder intervir e ajustar eventuais medidas consoante a evolução da situação", afirmou então o primeiro-ministro.
Em relação ao IVA, Montenegro afirmou que "não está em cima da mesa nenhuma intervenção ao nível do IVA", nem nos combustíveis, nem no cabaz alimentar.
No entanto, o primeiro-ministro não excluiu tomar medidas adicionais de apoio às famílias, de forma gradual, se o conflito no Médio Oriente perdurar.
"Nós estamos a acompanhar a evolução da situação. E, se se justificar tomar medidas adicionais, fá-lo-emos de forma gradual, à medida que a situação também vá evoluindo", assegurou.
Combustíveis "incomportáveis". Clientes do transporte rodoviário de mercadorias já sentem impactos
A Associação Nacional de Transportadores Públicos Rodoviários de Mercadorias aponta que os combustíveis estão a ficar com preços incomportáveis. Sem novos apoios, o porta-voz da ANTRAM avisa que os custos são refletidos nos clientes e pede apoios à tesouraria.
Israel afirma ter "eliminado" oficial da Força Quds no Irão
Segundo as forças israelitas, Mahdi Vafa'i foi morto na cidade de Mahallat, na região central do país.
Israel alega ainda que Vafa'i liderou "projetos clandestinos" no Líbano e na Síria durante duas décadas como parte da Força Quds, incluindo a criação de infraestruturas para o Hezbollah e a gestão de depósitos de armas.
Catar interceta dois de três mísseis lançados pelo Irão
As Forças Armadas do Catar intercetaram dois mísseis, enquanto o terceiro atingiu um petroleiro fretado pela QatarEnergy.
“Foram tomados os procedimentos e houve coordenação com as autoridades competentes para evacuar o petroleiro, que tem uma tripulação de 21 pessoas, sem vítimas”, disse o ministério numa publicação no X.
O navio foi atingido a cerca de 17 milhas náuticas (31 quilómetros) a norte do polo industrial de Ras Laffan, no Catar.
Greenpeace acusa petrolíferas de obterem "lucros de guerra"
Em março, estes alegados "lucros excessivos" ascenderam a aproximadamente 2,5 mil milhões de euros.
Para chegar a este valor, o estudo da Greenpeace analisou a diferença entre o preço do crude e o preço da gasolina nos postos de abastecimento, entre janeiro e fevereiro de 2026, por um lado, e as primeiras três semanas de março, por outro. Segundo estes cálculos, esta margem aumentou.
"O relatório mostra que o aumento dos preços nos postos de combustível é significativamente maior do que o aumento dos preços do crude", resumiu a Greenpeace no seu comunicado de imprensa desta quarta-feira.
O aumento das margens de lucro é significativamente maior para o gasóleo do que para a gasolina: "Em comparação com os meses anteriores à guerra, as empresas petrolíferas geraram um lucro excedente diário de 75,3 milhões de euros com a venda de gasóleo para automóveis e camiões. As vendas de gasolina contribuíram com 6,1 milhões de euros por dia", refere o documento.
Entre os países onde as margens aumentaram mais, destacam-se os Países Baixos, a Suécia, a Dinamarca, a Áustria e a Alemanha.
Brent abaixo dos 100 dólares por barril após Trump prometer "deixar" o Irão
Por volta das 7h15 GMT, o preço do petróleo Brent do Mar do Norte, para entrega em junho, estava a cair 4,54%, para 99,25 dólares por barril, depois de ter recuado mais de 5%.
Ataque de drones iranianos provoca incêndio no aeroporto do Kuwait
"O Aeroporto Internacional do Kuwait foi alvo de ataques flagrantes com drones, lançados pelo Irão e pelas fações armadas que apoia", disse o porta-voz da Autoridade de Aviação Civil, Abdullah Al-Rajhi.
"Os tanques de armazenamento de combustível... foram alvejados, provocando um grande incêndio no local", acrescentou Al-Rajhi, citado pela agência de notícias estatal Kuna.
Não há registo de vítimas, acrescentou a agência.
Mísseis iranianos provocam 14 feridos em Israel
As equipas de emergência estão "a prestar cuidados médicos e a evacuar 14 feridos para hospitais, incluindo uma menina de 11 anos em estado grave com ferimentos causados por estilhaços nos membros, uma mulher de 36 anos e um rapaz de 13 anos (...) com ferimentos causados por estilhaços, e outras 11 pessoas com ferimentos ligeiros", disse a Magen David Adom (MDA), equivalente israelita da Cruz Vermelha, em comunicado.
Houthis do Iémen reivindicam terceiro ataque com mísseis contra Israel
"A operação foi conduzida em conjunto com os nossos irmãos" no Irão e no Hezbollah libanês, e "alcançou os seus objetivos", acrescentaram.
China e Paquistão reforçam coordenação e apelam a cessar-fogo
A China anunciou que vai reforçar a "coordenação estratégica" com o Paquistão sobre a crise no Irão, defendendo diálogo e um cessar-fogo, durante uma visita do chefe da diplomacia paquistanesa a Pequim.
O ministro dos Negócios Estrangeiros chinês, Wang Yi, reuniu-se com o homólogo paquistanês, Ishaq Dar, na terça-feira, para discutir formas de reduzir as tensões regionais e lançar uma iniciativa conjunta de cinco pontos destinada a restaurar a estabilidade no Golfo Pérsico e no Médio Oriente.
O plano inclui um apelo a um cessar-fogo imediato, à suspensão de ataques contra civis e infraestruturas críticas -- como instalações energéticas e de dessalinização -- e à reabertura do Estreito de Ormuz, uma via marítima crucial para o comércio global de energia.
A via marítima tem sido afetada por um bloqueio de facto por parte de Teerão, em resposta a ataques conjuntos dos Estados Unidos e de Israel iniciados a 28 de fevereiro, que perturbaram cadeias de abastecimento e os mercados petrolíferos.
Segundo o ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, Wang Yi sublinhou que um cessar-fogo é essencial para evitar a propagação do conflito, reduzir vítimas e garantir a segurança das cadeias globais de energia.
"A China está disposta a trabalhar com o Paquistão para ultrapassar dificuldades, eliminar interferências, travar o conflito o mais rapidamente possível e abrir uma janela para negociações de paz", afirmou.
Ishaq Dar agradeceu o apoio chinês aos esforços de mediação de Islamabade, salientando que o conflito está a afetar de forma particular os países em desenvolvimento.
"Alcançar a paz é uma causa justa e uma prioridade urgente", declarou, reafirmando a disponibilidade do Paquistão para aprofundar a cooperação com Pequim e promover o diálogo entre as partes.
A visita de Dar, a segunda à China em três meses, ocorre após contactos diplomáticos com países como Arábia Saudita, Turquia e Egito, e num momento em que Islamabade se posiciona como mediador entre Washington e Teerão.
A porta-voz da diplomacia chinesa Mao Ning afirmou que Pequim e Islamabade vão "reforçar a comunicação e coordenação estratégicas" e "promover o diálogo, pôr fim ao conflito e salvaguardar a estabilidade regional".
Analistas citados pela imprensa chinesa consideram que a cooperação bilateral vai além da crise iraniana, abrangendo também projetos económicos e questões regionais mais amplas, incluindo o corredor económico China -- Paquistão.
Ainda assim, especialistas sublinham que o apoio de Pequim deverá ser sobretudo político e diplomático, afastando a hipótese de garantias de segurança formais ao Irão, em linha com a política chinesa de não-alinhamento.
Contra "via de sentido único", Administração Trump propõe-se "reavaliar" Aliança Atlântica
- O presidente norte-americano colocou sobre a mesa, na terça-feira, um cenário em que as forças dos Estados Unidos encerrariam “muito em breve” as operações contra o Irão, acenando com um horizonte de duas a três semanas. Donald Trump afirmou ainda que a responsabilidade de manter o Estreito de Ormuz aberto caberá aos países que dele dependem: “Isso não é para nós”;
- Por sua vez, o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, afirmou, em declarações à cadeia televisiva Fox News, que os Estados Unidos terão de “reavaliar” a relação com a NATO, uma vez terminado o conflito com Teerão. “Acho que, infelizmente, teremos que reavaliar se essa aliança, que serviu bem ao país por um tempo, ainda está a cumprir o propósito. Se chegarmos a um ponto em que a aliança com a NATO significa que não podemos usar [as bases militares na Europa], então a NATO é uma via de sentido único”, apontou;
- O secretário de Estado norte-americano e o ministro português dos Negócios Estrangeiros falaram ao telefone na terça-feira. Marco Rubio agradeceu a Portugal pela "estreita cooperação" a nível económico e na defesa;
- Dois terços dos norte-americanos acreditam que o país deve esforçar-se por pôr ter a breve trecho ao envolvimento na guerra, mesmo que tal signifique falhar objetivos. É o que indica uma sondagem da Reuters/Ipsos;
- Milhares de operacionais dos Estados Unidos estão a caminho do Médio Oriente. Na terça-feira, foi mobilizado o porta-aviões USS George H.W. Bush, que deverá à região com três contratorpedeiros. O grupo de ataque do porta-aviões integra mais de seis mil efetivos;
- As Forças de Defesa de Israel adiantaram já esta manhã ter identificado o lançamento de um míssil, a partir do Iémen, em direção ao Estado hebraico;
- Zonas do norte, do leste e do centro de Teerão estavam esta manhã debaixo de bombardeamentos, com vários relatos de explosões;
- Um ataque com recurso a um drone provocou um incêndio no aeroporto internacional do Kuwait, de acordo com a agência de notícias estatal do país, que adiantou não haver registo de vítimas. Nas últimas horas, a Arábia Saudita abateu dois drones;
- No Bahrein, estava em curso o combate a um incêndio num estabelecimento comercial, após um bombardeamento iraniano. Um petroleiro foi também atacado na costa do Catar, segundo o Centro de Operações de Comércio Marítimo do Reino Unido;
- Uma nova vaga de ataques israelitas no sul de Beirute, a capital do Líbano, fez pelo menos sete mortos, indicou o Ministério libanês da Saúde;
- De acordo com o Wall Street Journal, os Emirados Árabes Unidos estarão a preparar-se para tentar abrir o Estreito de Ormuz à força, pressionando pela aprovação de uma resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas que avalize tal ação;
- Em Portugal, os apoios do Estado aos setores mais afetados pela escalada dos preços dos combustíveis começam esta quarta-feira a ser pagos. Esta ajuda incide sobre o gasóleo profissional usado pelas transportadoras de mercadorias e passageiros e o gasóleo agrícola;
- Começam também a ser pagos os apoios extraordinários para as associações de bombeiros, taxistas e instituições particulares de Solidariedade social. As medidas variam entre descontos por litro de combustível e pagamentos únicos. Vigoram até 30 de junho;
- O embaixador iraniano em Lisboa considera, em entrevista à agência Lusa, que a guerra desencadeada por Israel e Estados Unidos "é um desastre para todos" e responsabiliza o primeiro-ministro israelita por procurar inimigos para o presidente norte-americano. O diplomata afiança também que o novo líder supremo do Irão, Mojtaba Khamenei, está vivo e que a confusão em redor desta questão "não tem razão de ser".
Donald Trump garante que EUA partirão "muito em breve" mesmo sem acordo
O presidente Donald Trump afirmou, durante uma conferência de imprensa na Casa Branca, que as tropas norte-americanas destacadas para o Médio Oriente no âmbito da guerra contra o Irão, partirão "muito em breve", mesmo que não haja acordo com Teerão.
"Isso não é para nós. Será para França. Será para quem estiver a usar o Estreito", adiantou.
Um acordo é "irrelevante" para o momento em que os EUA vão deixar o Irão, disse.
O presidente norte-americano esclareceu que os EUA vão abandonar o Irão quando tiverem a certeza de que o regime não poderá construir uma arma nuclear a longo prazo.
"Não podem ter uma arma nuclear", repetiu, depois de afirmar que esse objetivo já foi cumprido e que já neste momento, o país foi incapacitado de desenvolver uma arma atómica "durante anos".
Reiterou que também que os iranianos já não têm marinha nem forças armadas.
"Estão a perder. Admitem que estão a perder. Estão a implorar por um acordo", garantiu, depois de sustentar que este é indiferente para o calendário de guerra dos EUA.
Questionou mesmo o que o Irão poderia fazer, dizendo que só poderia usar "chumbinhos".
Netanyahu anuncia novas alianças regionais para travar o Irão
O primeiro-ministro israelita diz que Israel está a formar novas alianças com países "importantes" da região.
Foto: Ohad Zwigenberg, Pool - EPA
Ataque do Irão atinge refinaria em Haifa
Haifa voltou a ser alvo de um ataque dos mísseis iranianos, um dos quais atingiu uma refinaria, o que deixou temporariamente a cidade israelita sem eletricidade.
Papa pede compromisso com a paz à Administração Trump
O papa faz um apelo direto a Donald Trump para acabar com a guerra. Leão XIV critica os líderes que alimentam a violência.
Irão ameaça tecnológicas dos EUA em caso de assassínios de líderes
O Irão ameaça atacar 18 empresas tecnológicas americanas, nos países do Golfo, se morrer mais algum líder do país.
A UNESCO anunciou hoje que, desde que a guerra começou, foram destruídos 132 locais históricos no Irão em ataques israelitas e americanos.
"Governo baixa impostos". Ministro rejeita oportunismo com combustíveis
O ministro das Finanças rejeita a ideia de que o Estado está a ganhar dinheiro com o aumento do preço dos combustíveis.
Seguro reúne-se com Conselho Superior de Defesa Nacional
O Conselho Superior de Defesa Nacional reuniu-se esta terça-feira. Foi a primeira reunião deste órgão convocada pelo novo Presidente da República para discutir a situação internacional e o impacto na defesa nacional.
O Conselho Superior de Defesa Nacional é o principal órgão de consulta do Presidente para assuntos relacionados com a Defesa e o funcionamento das Forças Armadas.