PSI em alta com Ibersol a subir quase 5%

A bolsa de Lisboa negociava hoje em alta, com todos os títulos do PSI a subirem, liderados pelos da Ibersol, que se valorizavam 4,90% para 10,7 euros.

Lusa /
Benoit Tessier - Reuters

Cerca das 09:45 em Lisboa, o PSI mantinha a tendência da abertura e avançava 1,64% para 8.598,78 pontos, com os 16 `papéis` a subirem de cotação, depois de ter terminado num novo máximo, desde janeiro de 2010, de 8.639,05 pontos, em 16 de janeiro.

Às ações da Ibersol seguiam-se as da Mota-Engil, NOS e Navigator, que também se valorizavam, designadamente 3,20% para 4,64 euros, 2,64% para 4,28 euros e 2,02% para 3,23 euros.

Com a mesma tendência, as ações da EDP, CTT e Semapa subiam 1,94% para 4,20 euros, 1,91% para 6,94 euros e 1,62% para 1,76 euros.

As ações da Jerónimo Martins e da EDP Renováveis avançavam 1,57% para 20,72 euros e 1,43% para 12,77 euros.

Também a subirem mais de 1%, as ações da Altri e da Corticeira Amorim valorizavam-se 1,25% para 4,46 euros e 1,19% para 6,78 euros.

As ações do BCP, REN e Teixeira Duarte subiam 0,95% para 0,89 euros, 0,76% para 3,30 euros e 0,73% para 0,55 euros.

As outras duas ações que subiam de cotação eram as da Semapa (+0,70% para 21,65 euros) e as da Galp (+0,12% para 16,08 euros).

As principais bolsas europeias abriram hoje em alta, com ganhos em torno de 1%, impulsionadas pelo anúncio feito na véspera pelo Presidente dos EUA, Donald Trump, sobre um acordo com a Nato sobre a Gronelândia.

Trump anunciou na quarta-feira um acordo com o secretário-geral da Nato, Mark Rutte, sobre a Gronelândia, que será "muito bom para os Estados Unidos e todos os países da Nato", e suspendeu a ameaça de tarifas a partir de 01 de fevereiro contra oito países europeus.

Wall Street encerrou na quarta-feira com ganhos que superaram 1%, enquanto os futuros moderam hoje as subidas para 0,14% no caso do Dow Jones e 0,42% para o Nasdaq.

No mercado de matérias-primas, o Brent, o petróleo bruto de referência na Europa, para entrega em março, está a recuar 0,46% para 64,95 dólares, e o West Texas Intermediate (WIT), referência nos EUA, também desce, 0,31%, para 60,43 dólares.

Os metais preciosos continuavam a atuar como refúgio contra o risco geopolítico e o preço do ouro disparava para novos máximos históricos.

O preço do ouro, historicamente considerado um ativo de refúgio em tempos de incerteza, continuava hoje a avançar, com a onça a ser negociada a 4.828,65 dólares, um novo máximo de sempre, contra 4.826,46 dólares na quarta-feira.

O euro recuava para 1,1687 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt, contra 1,1708 dólares na quarta-feira e o novo máximo de quatro anos, de 1,1865 dólares, verificado em 16 de setembro do ano passado.

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