Resultados sólidos da NOS dão condições para continuar a investir em Portugal diz CEO

Resultados sólidos da NOS dão condições para continuar a investir em Portugal diz CEO

O presidente executivo (CEO) da NOS, Miguel Almeida, afirma que os resultados sólidos registados até setembro dão condições à empresa para continuar a investir em Portugal, na inovação e na qualidade do serviço aos clientes.

Lusa / Adicionar como fonte informativa

"Neste terceiro trimestre mais portugueses escolheram a NOS. Somámos 111 mil novos serviços e ultrapassámos a marca dos 11 milhões num mercado muito competitivo", refere Miguel Almeida, citado no comunicado dos resultados dos primeiros nove meses da empresa.

Atualmente, "a nossa rede 5G cobre 99,6% da população portuguesa e a rede fixa de nova geração chega a 6,3 milhões de casas, mais de 5,8 milhões das quais já com fibra ótica. Só nos primeiros nove meses do ano, investimos 254 milhões de euros", acrescenta.

A NOS está a usar a inteligência artificial (IA) "para servir melhor", sendo que "os nossos assistentes digitais já respondem a mais de 50 mil pedidos por mês na app e no site".

No apoio telefónico "resolvem muitos pedidos de imediato e com clientes mais satisfeitos", refere.

Nas empresas portuguesas, "reforçámos o nosso papel de parceiro tecnológico, com um crescimento expressivo da área de tecnologias de informação" e "no cinema vivemos um verão histórico", já que "agosto foi o melhor mês de sempre nas salas NOS, com 1,3 milhões de bilhetes vendidos".

No trimestre "foram 2,8 milhões, mais 44% do que há um ano".

Estes resultados "sólidos dão-nos condições para continuar a investir em Portugal, na inovação e na qualidade do serviço aos nossos clientes", remata Miguel Almeida.

O lucro da NOS, excluindo efeitos não recorrentes, subiu 21,7% nos primeiros nove meses do ano, face a igual período de 2025, para 216,4 milhões de euros.

Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores (CMVM), o grupo adianta que "o resultado líquido consolidado, excluindo efeitos não recorrentes, apresenta um crescimento de 21,7% face ao período homólogo de 2025, para 216,4 milhões de euros".

No período em análise, a receita consolidada aumentou "2,3% face aos primeiros nove meses de 2025 para 1.399 milhões de euros, impulsionada pela expansão do segmento de TI (+21,6%), Cinema & Audiovisuais (+14,8) e das receitas de telecomunicações do segmento empresarial (+3,3%)".

O resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações (EBITDA) "melhorou 1,9% face ao mesmo período do ano passado para 634,9 milhões de euros, com contributos positivos de todos os segmentos de negócio".

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