Economia
Secretário do Tesouro dos EUA diz que relações com a Europa nunca foram tão próximas
O secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, afirmou hoje que as relações entre os Estados Unidos e a Europa continuam fortes, pedindo aos parceiros para "respirarem fundo" e deixarem as tensões causadas pela Gronelândia.
"Penso que as nossas relações nunca estiveram tão próximas", disse, falando à margem do Fórum Económico Mundial, em Davos, na Suíça.
Bessent pediu aos parceiros comerciais que "respirem fundo" e deixem as tensões sobre as novas ameaças de tarifas do Governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em relação à Gronelândia se dissipareme".
No sábado, Trump anunciou uma taxa de importação de 10%, a partir de fevereiro, sobre os produtos de oito nações europeias que se uniram em torno da Dinamarca, após o Presidente norte-americano ter intensificado os apelos para que os Estados Unidos assumam o controlo do território semi-autónomo da Gronelândia.
Trump insiste que os EUA precisam do território por razões de segurança contra possíveis ameaças da China e da Rússia.
Scott Bessent afirmou que o pior que qualquer país pode fazer é intensificar as hostilidades contra os Estados Unidos.
"O que o Presidente Trump está a ameaçar em relação à Gronelândia é muito diferente dos outros acordos comerciais", disse.
"Por isso, insto a todos os países a manterem os seus acordos comerciais", referiu o responsável norte-americano.
O encontro anual do Fórum Económico Mundial atrai executivos de empresas, académicos, filantropos e meios de comunicação social à cidade alpina suíça de Davos para incentivar o debate e as negociações.
Neste fórum, que teve início na segunda-feira e estende-se por toda a semana, espera-se que 850 presidentes e diretores executivos das principais empresas do mundo estejam entre os 3.000 participantes de 130 países na estância alpina de Davos.
A terceira participação de Trump no fórum ocorre quando os aliados dos Estados Unidos se preocupam com a sua ambição de anexar a Gronelândia e a América Latina enfrenta a ofensiva dos norte-americanos na exploração do petróleo na Venezuela.
Assim como os líderes empresariais e legisladores dos EUA expressam preocupação com as táticas agressivas do Presidente norte-americano em relação ao presidente da Reserva Federal, Jerome Powell.
Bessent pediu aos parceiros comerciais que "respirem fundo" e deixem as tensões sobre as novas ameaças de tarifas do Governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em relação à Gronelândia se dissipareme".
No sábado, Trump anunciou uma taxa de importação de 10%, a partir de fevereiro, sobre os produtos de oito nações europeias que se uniram em torno da Dinamarca, após o Presidente norte-americano ter intensificado os apelos para que os Estados Unidos assumam o controlo do território semi-autónomo da Gronelândia.
Trump insiste que os EUA precisam do território por razões de segurança contra possíveis ameaças da China e da Rússia.
Scott Bessent afirmou que o pior que qualquer país pode fazer é intensificar as hostilidades contra os Estados Unidos.
"O que o Presidente Trump está a ameaçar em relação à Gronelândia é muito diferente dos outros acordos comerciais", disse.
"Por isso, insto a todos os países a manterem os seus acordos comerciais", referiu o responsável norte-americano.
O encontro anual do Fórum Económico Mundial atrai executivos de empresas, académicos, filantropos e meios de comunicação social à cidade alpina suíça de Davos para incentivar o debate e as negociações.
Neste fórum, que teve início na segunda-feira e estende-se por toda a semana, espera-se que 850 presidentes e diretores executivos das principais empresas do mundo estejam entre os 3.000 participantes de 130 países na estância alpina de Davos.
A terceira participação de Trump no fórum ocorre quando os aliados dos Estados Unidos se preocupam com a sua ambição de anexar a Gronelândia e a América Latina enfrenta a ofensiva dos norte-americanos na exploração do petróleo na Venezuela.
Assim como os líderes empresariais e legisladores dos EUA expressam preocupação com as táticas agressivas do Presidente norte-americano em relação ao presidente da Reserva Federal, Jerome Powell.