Serviços de urbanismo de Gaia realizaram 4.500 despachos na fase de confinamento

A empresa municipal Gaiurb e a Direção Municipal de Urbanismo e Ambiente, no concelho de Vila Nova de Gaia, realizaram 4.500 despachos na fase de confinamento e garantiram resposta em dois dias, foi hoje divulgado.

Lusa /

Em comunicado, a empresa municipal responsável pelas áreas do urbanismo e habitação em Gaia, no distrito do Porto, descreveu que o serviço aos munícipes continuou, mesmo na fase em que a pandemia da covid-19 obrigou a ajustamentos de serviços e horários, apontando que "o tempo médio de resposta por `email` nos serviços teve um período máximo de dois dias durante os meses de confinamento".

"Demos um sinal para o exterior de que, perante um contexto particularmente difícil, empenhamos todo o nosso esforço em fazer parte da solução, permitir que a todos os que desejem investir no nosso Município tenham todas as condições para o realizar e que naturalmente percecionem que, pela nossa dinâmica e capacidade de resposta, pretendemos cativar o investimento em Vila Nova de Gaia", refere o presidente do Conselho de Administração da Gaiurb, António Miguel Castro, citado no comunicado.

O responsável frisa que "mesmo com condições adversas a estratégia passou por assegurar condições para que a economia não parasse", sublinhando o papel "de uma equipa altamente motivada e qualificada" e a "articulação muito próxima e positiva" com o vice-presidente da câmara, Patrocínio Azevedo, bem como com a diretora municipal do urbanismo, Luísa Aparício, conforme enumerou.

Ainda de acordo com a nota balanço enviada à agência Lusa, "a Gaiurb e a DMUA manteve o atendimento presencial em formato reduzido cumprindo as indicações de segurança no atendimento a cerca de 1.000 munícipes que recorreram aos serviços para registo ou levantamento de documentos".

Somam-se 3.000 pedidos de informação por ?email`, a prestação de 5.000 esclarecimentos telefónicos e de duas centenas de atendimentos técnicos.

"Registou-se um total de mais de 4500 despachos até 30 de abril, com os serviços a funcionar ativamente para dar resposta aos intervenientes no mercado da construção civil. Numa altura em que os serviços tinham como objetivo manter um funcionamento tão célere quanto possível, apesar das equipas em teletrabalho e das limitações de contacto presencial, a Gaiurb conseguiu reduzir o tempo útil de resposta", é ainda descrito na nota.

Ao longo deste período foram emitidas 350 licenças, entre autorizações para novas construções, alvarás de autorização de utilização ou licenças de ocupação de espaço público e foram notificados por `email` ou CTT cerca de 3.000 mil destinatários.

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