TAP. Intervenção do Estado não foi "nenhuma opção ideológica", afirma Frasquilho

O antigo "chairman" da TAP Miguel Frasquilho defendeu esta tarde que a intervenção do Estado na companhia em 2020 "não se tratou de nenhuma opção ideológica", mas sim "uma premente necessidade" face à recusa de auxílio dos privados.

Antena 1 /

Tiago Petinga - Lusa

"Nunca esquecerei a opção tomada pelo Governo em representação do Estado de salvar a TAP. Não tenhamos ilusões, se o objetivo era salvar a TAP, não havia outra alternativa. (...) Não se tratou de nenhuma opção ideológica, tratou-se antes de uma premente necessidade, uma emergência, que permitiu salvar milhares de postos de trabalho", defendeu o antigo presidente do Conselho de Administração do grupo TAP.

Miguel Frasquilho disse ainda que, quando a companhia aérea entrou em dificuldades devido à pandemia, a "primeira opção foi recorrer ao auxílio dos acionistas privados".
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