Economia
Taxa de desemprego recua para 5,5% em maio
A taxa de desemprego fixou-se em 5,5% em maio, abaixo dos 5,7% de abril e menos 0,7 pontos percentuais (p.p.) que no mesmo mês do ano passado, segundo dados provisórios hoje divulgados pelo INE.
Em maio, "a taxa de desemprego situou-se em 5,5%, valor inferior ao de abril de 2026 (0,2 p.p.), ao de fevereiro desse ano (0,5 p.p.) e ao de maio de 2025 (0,7 p.p.)", refere o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Já a taxa de subutilização do trabalho foi estimada em 9,4%, "valor inferior ao do mês anterior (0,3 p.p.), ao de três meses antes (0,5 p.p.) e ao do mesmo mês do ano anterior (1,0 p.p.)".O INE acrescentou que em maio deste ano a população empregada atingiu 5.366,6 mil pessoas, alcançando o valor mais elevado desde o início da série em fevereiro de 1998.
Em causa, um aumento de 0,4% em relação a abril e 1,3% face a três meses antes. Em termos homólogos, cresceu 2,8%, em cerca de 146,3 mil pessoas.
No mês em análise, a taxa de desemprego das mulheres (6,0%) continuou acima da dos homens (5,1%), enquanto a taxa de desemprego de adultos situou-se em 4,5%, o valor mais baixo desde abril de 2002 (4,4%).
A taxa de desemprego de jovens fixou-se em 19,7% em maio.
No mês passado, a população ativa (5.681,1 mil) alcançou o valor mais elevado desde o início da série de dados (fevereiro de 1998), a que correspondeu uma taxa de atividade de 70,4%.
A população ativa registou um acréscimo homólogo de 2,1%, enquanto a população desempregada recuou 8,6% face ao maio de 2025, para 29,6 mil pessoas.
A população inativa (2.392,7 mil) diminuiu em relação aos três períodos em análise: mês anterior (4,6 mil; 0,2%), três meses antes (28,1 mil; 1,2%) e mesmo mês de 2025 (67,9 mil; 2,8%).
Em maio deste ano, a taxa de subutilização do trabalho foi estimada em 9,4%, menos 0,3 p.p. relativamente ao mês de abril e menos 1,0 p.p. face a maio de 2025.
A taxa de inatividade - que define a relação entre a população inativa em idade ativa e a população em idade ativa -- alcançou 29,6%, o valor mais baixo desde fevereiro de 1998.