Economia
Três dias de boicote em protesto contra aumentos dos combustíveis
Dois movimentos apelam ao boicote do abastecimento de combustíveis entre hoje e a próxima terça-feira, por causa dos sucessivos aumentos. Um movimento apela ao não abastecimento nos postos da Galp, BP e Repsol, enquanto outro pede o boicote total.
O aumento dos preços dos últimos dias motivou uma onda de contestação que circulou através de mensagens escritas entre telemóveis e na Internet. O texto de apelo ao boicote intitulado “Juntos vamos fazer a diferença!”, refere “juntos teremos força para baixar os lucros destes gigantes”.
Um dos movimentos apela ao não abastecimento nos postos da Galp, BP e Repsol, como forma de controlar os preços. Em alternativa, os autores sugerem que os abastecimentos sejam realizados noutras marcas.
O outro movimento, liderado pela antiga candidata presidencial Manuela Magno, apela ao boicote total em todos os postos de combustíveis. “Seria já muito importante e muito significativo” se as quebras nas vendas atingissem os 50 por cento, aponta a activista.
“Há razões para aderirem massivamente ao protesto. É inaceitável que não haja uma explicação cabal que justifique o elevado preço dos combustíveis nem uma explicação de como se constrói o preço”, argumentou Manuela Magno.
A Galp tem sido uma das gasolineiras mais contestadas. O jornal “Semanário Económico” fez as contas e concluiu que a Galp pode perder até 13 milhões de euros por dia.
Um dos movimentos apela ao não abastecimento nos postos da Galp, BP e Repsol, como forma de controlar os preços. Em alternativa, os autores sugerem que os abastecimentos sejam realizados noutras marcas.
O outro movimento, liderado pela antiga candidata presidencial Manuela Magno, apela ao boicote total em todos os postos de combustíveis. “Seria já muito importante e muito significativo” se as quebras nas vendas atingissem os 50 por cento, aponta a activista.
“Há razões para aderirem massivamente ao protesto. É inaceitável que não haja uma explicação cabal que justifique o elevado preço dos combustíveis nem uma explicação de como se constrói o preço”, argumentou Manuela Magno.
A Galp tem sido uma das gasolineiras mais contestadas. O jornal “Semanário Económico” fez as contas e concluiu que a Galp pode perder até 13 milhões de euros por dia.