UGT admite paralisação nos setores público e privado após concertação social

A UGT está a ponderar avançar para a greve geral. Carlos Silva acusa os patrões de não quererem negociar o acordo para a competitividade e rendimentos.

RTP /
Se assim não acontecer, a UGT alia-se à CGTP para forçar a negociação das questões da caducidade e da revisão da legislação laboral.

A UGT admite aguardar pela reunião da concertação social para ver o que acontece e só depois haverá uma decisão definitiva, quanto à greve geral, na reunião do secretariado de março.

Posição assumida pelo secretário-geral Carlos Silva, entrevistado no programa Conversa Capital, da Antena 1 e do Jornal de Negócios.
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