Vendas da Jerónimo Martins sobem 7,6% para quase 36.000 milhões de euros em 2025
As vendas do grupo Jerónimo Martins subiram 7,6% no ano passado, face a 2024, para 35.991 milhões de euros, divulgou hoje a dona das cadeias de supermercado Pingo Doce, Biedronka e Ara.
De acordo com as vendas preliminares, em Portugal, as vendas do Pingo Doce registaram um aumento de 5,3% homólogos para 5.342 milhões de euros e o Recheio uma subida de 3% para 1.398 milhões de euros.
Na Polónia, as vendas da cadeia Biedronka registaram uma subida de 7,5% para 25.343 milhões de euros e as da cadeia de saúde e beleza Hebe 7,4% para 626 milhões de euros.
Já na Colômbia, a cadeia Ara viu as vendas subirem 13,2% para 3.228 milhões de euros.
"Em 2025, operando em contextos de consumo refreados e cada vez mais sensíveis ao preço, mantivemos as prioridades estratégicas que nos distinguem: liderança de preço, inovação constante no sortido e compromisso com a melhoria contínua da qualidade das nossas lojas", refere o presidente e administrador-delegado, Pedro Soares dos Santos, em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
"Os consumidores responderam positivamente e registámos um sólido desempenho de vendas, com todas as insígnias do Grupo a entregarem crescimento em volume" e, em termos de investimento "na nossa infraestrutura, em 2025 mantivemos um ritmo exigente de expansão, superior a uma abertura de loja por dia, totalizando 448 novos pontos de venda, e remodelámos 282 localizações", prossegue.
No contexto do "ambicioso plano de investimento que executámos no ano, destaco o início da internacionalização da Biedronka com a entrada na Eslováquia, onde inaugurámos 15 lojas e um centro de distribuição", aponta.
"O sólido trimestre de vendas com que fechámos 2025 permite-nos encarar o novo ano com confiança, pese embora o clima de incerteza geopolítica que continua a influenciar o sentimento das famílias", sublinha Pedro Soares dos Santos.
"Continuaremos também a trabalhar para a evolução das nossas lojas e operações logísticas", remata.