Baixa frequência no Ensino Superior não é só por causa do financiamento, defende CRUP

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Baixa frequência no Ensino Superior não é só por causa do financiamento, defende CRUP

Reuters

O presidente do CRUP - Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas - diz que nem tudo no ensino se resume á questão do financiamento. Para António Fontainhas Fernandes as mudanças no método de ensino são essenciais, defende novos formatos, menor ensino presencial e maior interface com a investigação.

De acordo com as estatísticas cerca de 60 por cento dos jovens portugueses ainda entram no mercado de trabalho sem um curso superior.

Assuntos que vão ser debatidos a partir desta segunda-feira na "Convenção Nacional do Ensino Superior 20/30", organizada pelo CRUP.

A iniciativa arranca hoje no ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa - e está dividida em seis sessões, que vão realizar-se ao longo deste ano e em 2020.

Uma iniciativa que, segundo a reitora do ISCTE e ex-ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, pretende "colocar a política do ensino superior na agenda do debate público".

O presidente do CRUP e reitor da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, António Fontainhas Fernandes, refere que a convenção pretende também criar o que muitas vezes falta aos reitores e ao ensino superior: tempo de reflexão.

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