Montenegro admite restrições à lei da greve

O primeiro-ministro sugere “um mecanismo” que possa equilibrar os efeitos das greves com o prejuízo na vida das pessoas.

Inês Ameixa /

Lusa

A propósito da paralisação em curso na CP, que qualifica de “injusta” e com motivações “políticas, partidárias e eleitorais”, Luís Montenegro considera que “devemos conciliar o direito à greve com o exercício dos outros direitos das pessoas. O direito à greve não pode ter uma prevalência tal que o país para, literalmente”, afirmou o líder da AD durante uma iniciativa de campanha eleitoral na Figueira da Foz, ressalvando que “o direito à greve não está em causa”.
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