"Se o Governo ignorar um PR a pedir mudanças sérias na saúde, há um conflito aberto"

O tema da saúde, da crise na saúde, dominou o dia de campanha do candidato.

Nuno Amaral /

Foto: Nuno Amaral

De manhã, em Ourém, Santarém, o líder do Chega e candidato presidencial referiu-se a mais demissões no hospital Amadora- Sintra. "Isto não pode passar impune. Eu quero ser o Presidente que obriga o Governo a ter um plano concreto sobre a saúde”, acentuou.

E alertou: “Se o Governo nada fizer, tem de haver consequências”.

Já à tarde, depois de ter visto o debate quinzenal entre o primeiro-ministro e a oposição, dominado pela tema da saúde, Ventura foi mais longe. “O primeiro-ministro não compreende o nível do falhanço do Governo”. 

E continuou: “Três mortos em 48 horas à espera do INEM não é uma contingência ou um azar. Exige ação e consequências”, assegurou. 

E que consequência, dentro das balizas de ação de um Presidente da República? “Se um Presidente alertar o Governo que não podem continuar a morrer pessoas à espera do INEM e se ele ignorar, pode haver um conflito aberto e o Governo pode perder a confiança dos eleitores”, insinuou.
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