Especiais
20h30 em Gaza (18h30 em Lisboa)
- O serviço prisional israelita confirma libertação de mais 39 prisioneiros palestinianos. Este terceiro grupo foi libertado este domingo no âmbito do acordo que enquadra a trégua de quatro dias em Gaza e a troca de prisioneiros em Israel por reféns do Hamas. Por sua vez, o movimento radical libertou mais 17 reféns - 14 cidadãos israelitas, incluindo uma criança também norte-americana e um portador de passaporte russo, e três tailandeses;
- O Hamas enfatizou que o refém com nacionalidade russa foi libertado "em resposta aos esforços do presidente Vladimir Putin";
- Em conferência de imprensa, na tarde deste domingo, o presidente dos Estados Unidos prometeu envidar esforços para prolongar a trégua de quatro dias em Gaza e manter, assim, o processo de troca de reféns por prisioneiros. Joe Biden advogou também a solução de dois Estados em coexistência como "única forma de garantir segurança a longo prazo para israelitas e palestinianos";
- O primeiro-ministro israelita mostrou-se este domingo na Faixa de Gaza, junto de soldados do Tsahal. Benjamin Netanyahu enunciou "três objetivos nesta guerra": a eliminação do Hamas, a libertação dos reféns levados pelo movimento radical palestiniano a 7 de outubro, e "assegurar que Gaza deixe de ser uma ameaça ao Estado de Israel";
- O coordenador de Atividades do Governo nos Territórios (COGAT), autoridade militar encarregue dos territórios palestinianos, deu este luz verde à entrada, via Egito, de 200 camiões carregados com material humanitário na Faixa de Gaza. Parte desta coluna rumou ao norte;
- Dos 24 hospitais que funcionavam no norte de Gaza antes da guerra, estima-se que apenas quatro pequenos hospitais estejam a funcionar e a admitir novos doentes, segundo a ONU. Das 11 instalações médicas do sul, oito estão atualmente operacionais.