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Almada registou 438 ocorrências desde o inicio das tempestades
O concelho de Almada, no distrito de Setúbal, registou 438 ocorrências desde o 27 de janeiro relacionadas com as intempéries que têm assolado Portugal, que obrigaram a que mais de 100 pessoas tivessem de ser retiradas das suas casas.
Os dados foram hoje divulgados pela presidente da Câmara Municipal de Almada, Inês de Medeiros, numa missiva enviada ao Governo onde critica o executivo de ter acionado meios para o concelho, mas apenas para a freguesia liderada pelo PSD, e sem coordenação com o executivo camarário.
Na carta Inês de Medeiros (PS) faz referência ao deslizamento de terras nas arribas na Costa da Caparica ocorrido no sábado, indicando que foram evacuados 14 agregados familiares, todos com soluções de alojamento asseguradas.
Dirigindo-se aos munícipes, a autarca refere que compreende a sua inquietação e ansiedade relativamente ao regresso às suas casas e que não minimiza os receios quanto ao agravamento de danos materiais e estruturais nos edifícios afetados.
Contudo, garante que a situação de instabilidade do terreno está em permanente monitorização e que o regresso só será autorizado quando estiver totalmente afastado qualquer risco para a vida humana.
"Até lá, será permitida, de forma muito controlada e sempre acompanhada pelos serviços de Proteção Civil, a recolha de bens pessoais nas habitações não danificadas", sustenta.
O deslizamento de terras ocorrido no sábado entrou num dos apartamentos, tendo as pessoas sido retiradas de imediato, não se tendo registado feridos.
Na quarta-feira, a autarca tinha alertado em conferência de imprensa que os deslizamentos de terra nas arribas são uma das grandes preocupações, tendo ocorrido em vários pontos do concelho.
Lusa
Os dados foram hoje divulgados pela presidente da Câmara Municipal de Almada, Inês de Medeiros, numa missiva enviada ao Governo onde critica o executivo de ter acionado meios para o concelho, mas apenas para a freguesia liderada pelo PSD, e sem coordenação com o executivo camarário.
Na carta Inês de Medeiros (PS) faz referência ao deslizamento de terras nas arribas na Costa da Caparica ocorrido no sábado, indicando que foram evacuados 14 agregados familiares, todos com soluções de alojamento asseguradas.
Dirigindo-se aos munícipes, a autarca refere que compreende a sua inquietação e ansiedade relativamente ao regresso às suas casas e que não minimiza os receios quanto ao agravamento de danos materiais e estruturais nos edifícios afetados.
Contudo, garante que a situação de instabilidade do terreno está em permanente monitorização e que o regresso só será autorizado quando estiver totalmente afastado qualquer risco para a vida humana.
"Até lá, será permitida, de forma muito controlada e sempre acompanhada pelos serviços de Proteção Civil, a recolha de bens pessoais nas habitações não danificadas", sustenta.
O deslizamento de terras ocorrido no sábado entrou num dos apartamentos, tendo as pessoas sido retiradas de imediato, não se tendo registado feridos.
Na quarta-feira, a autarca tinha alertado em conferência de imprensa que os deslizamentos de terra nas arribas são uma das grandes preocupações, tendo ocorrido em vários pontos do concelho.
Lusa