Especiais
Área colapsada na A1 tem 20 metros de largura e 15 de comprimento
Em resposta à RTP, a Brisa adiantou que a área colapsada na A1 em Coimbra tem dimensões estimadas de cerca de 20 metros de largura, 15 metros de comprimento e aproximadamente oito metros de profundidade.
“Os trabalhos, nas medidas que impeçam o agravamento da situação, prosseguem ininterruptamente e sem previsão de término”, afirmou a empresa.
A Brisa explicou ainda que os trabalhos em curso consistem “na utilização de material rochoso tendo em vista suster a erosão da infraestrutura (enrocamento) no sentido Norte-Sul, tendo sido mobilizados para o local, até ao momento, mais de três dezenas de camiões, um camião-grua, um camião porta-máquinas, um buldozer e duas escavadoras”.
“No terreno estão, atualmente, mais de 70 profissionais, e a nível nacional estão mobilizadas todas as equipas Brisa especializadas nas áreas de gestão e operação de infraestruturas. Os trabalhos estão a ser acompanhados por equipas técnicas do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) e do Ministério das Infraestruturas e Habitação”, acrescentou.
A empresa diz não ser possível, para já, estimar uma data de reposição da circulação rodoviária no sublanço afetado da A1.
“Os trabalhos, nas medidas que impeçam o agravamento da situação, prosseguem ininterruptamente e sem previsão de término”, afirmou a empresa.
A Brisa explicou ainda que os trabalhos em curso consistem “na utilização de material rochoso tendo em vista suster a erosão da infraestrutura (enrocamento) no sentido Norte-Sul, tendo sido mobilizados para o local, até ao momento, mais de três dezenas de camiões, um camião-grua, um camião porta-máquinas, um buldozer e duas escavadoras”.
“No terreno estão, atualmente, mais de 70 profissionais, e a nível nacional estão mobilizadas todas as equipas Brisa especializadas nas áreas de gestão e operação de infraestruturas. Os trabalhos estão a ser acompanhados por equipas técnicas do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) e do Ministério das Infraestruturas e Habitação”, acrescentou.
A empresa diz não ser possível, para já, estimar uma data de reposição da circulação rodoviária no sublanço afetado da A1.