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Autoridade Palestiniana condena ataque de Israel ao Hospital de Al Shifa
A Autoridade Palestiniana condenou hoje o assalto do Exército de Israel contra o Hospital Al Shifa e pediu uma "intervenção internacional urgente" para proteção dos doentes, pessoal médico e deslocados que se encontram nas instalações.
Em comunicado, a Autoridade Palestiniana condenou "firmemente" a operação militar de Israel contra o Al Shifa – o maior hospital da Faixa de Gaza - e outros centros médicos, que considera "flagrante violação do Direitos Internacional, Direito Internacional Humanitário e as Convenções de Genebra".
De acordo com o comunicado, da Autoridade Palestiniana, os últimos acontecimentos "são uma extensão das violações de crimes de ocupação contra o povo palestiniano" acrescentando que Israel "está a privar os cidadãos dos direitos mais básicos, como o acesso aos tratamentos médicos".
A Autoridade Palestiniana acusa o Governo de Israel de "responsabilidade pela situação de segurança dos milhares de doentes, feridos e deslocados", além "das crianças e bebés prematuros" que se encontram no interior do hospital.
O hospital esteve cercado durante vários dias pelo Exército de Israel que lançou nas últimas horas uma operação contra o interior do edifício envolvendo-se em confrontos "com milícias do Hamas" nos arredores do complexo, segundo o Ministério da Defesa israelita.
Em comunicado, a Autoridade Palestiniana condenou "firmemente" a operação militar de Israel contra o Al Shifa – o maior hospital da Faixa de Gaza - e outros centros médicos, que considera "flagrante violação do Direitos Internacional, Direito Internacional Humanitário e as Convenções de Genebra".
De acordo com o comunicado, da Autoridade Palestiniana, os últimos acontecimentos "são uma extensão das violações de crimes de ocupação contra o povo palestiniano" acrescentando que Israel "está a privar os cidadãos dos direitos mais básicos, como o acesso aos tratamentos médicos".
A Autoridade Palestiniana acusa o Governo de Israel de "responsabilidade pela situação de segurança dos milhares de doentes, feridos e deslocados", além "das crianças e bebés prematuros" que se encontram no interior do hospital.
O hospital esteve cercado durante vários dias pelo Exército de Israel que lançou nas últimas horas uma operação contra o interior do edifício envolvendo-se em confrontos "com milícias do Hamas" nos arredores do complexo, segundo o Ministério da Defesa israelita.
De acordo com Israel, o Hospital serve como "base militar" do Hamas e, por isso, projetou uma "operação seletiva".
C/Lusa