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Autoridade Palestiniana pede pressão sobre Telavive para trégua continuar
A Autoridade Palestiniana pediu hoje à comunidade internacional para pressionar Israel como for possível para haver um prolongamento da trégua na guerra em Gaza, dizendo que a situação no território é catastrófica e é preciso "parar de contar cadáveres".
"A situação em Gaza é intolerável, uma situação catastrófica que temos de limitar e eliminar. Não há outro remédio a não ser acabar com a guerra, chegar a um cessar-fogo e trabalhar para o prolongar para ser permanente. Temos de parar de contar cadáveres, temos de proteger a vida de inocentes, 70% dos mortos em Gaza são crianças e mulheres. Isto tem de parar", afirmou o chefe da diplomacia da Autoridade Palestinana, Riyad al-Maliki.
O ministro palestiniano sublinhou que nos últimos 50 dias, na operação israelita em Gaza para responder ao ataque do grupo terrorista Hamas de 07 de outubro, já morreram 14 mil civis no território palestiniano da Faixa de Gaza, que Israel manteve bloqueado e que bombardeou até há alguns dias, quando se iniciou uma trégua que termina hoje à noite.
"Se a guerra continuar amanhã, o número [de mortos] será o dobro porque a concentração da população palestiniana agora é o dobro, está toda concentrada no sul da Franja de Gaza", disse Riyad al-Maliki, que falava com jornalistas em Barcelona, à margem do encontro da União pelo Mediterrâneo (UpM), que reúne responsáveis pela diplomacia de 43 países europeus e árabes.
Riyad al-Maliki disse ser "importante prolongar a trégua o mais possível", para salvar vidas e fazer entrar ajuda humanitária e abastecimento em Gaza, e acrescentou que "todos estão a trabalhar" para estender a pausa na guerra, referindo que estão nesse esforço Qatar, Estados Unidos, União Europeia, Palestina e Espanha.
"Estender a trégua significa parar as matanças e salvar vidas inocentes. Isso é o mais importante. É preciso fazer todo o esforço possível para o conseguir", afirmou.
Para o ministro palestiniano, há "uma oportunidade hoje, que acaba esta noite".
"Temos de ver como podemos pôr a pressão necessária ao Governo israelita para não voltar a matar inocentes e para que nós não continuemos a contar cadáveres", acrescentou.
"A situação em Gaza é intolerável, uma situação catastrófica que temos de limitar e eliminar. Não há outro remédio a não ser acabar com a guerra, chegar a um cessar-fogo e trabalhar para o prolongar para ser permanente. Temos de parar de contar cadáveres, temos de proteger a vida de inocentes, 70% dos mortos em Gaza são crianças e mulheres. Isto tem de parar", afirmou o chefe da diplomacia da Autoridade Palestinana, Riyad al-Maliki.
O ministro palestiniano sublinhou que nos últimos 50 dias, na operação israelita em Gaza para responder ao ataque do grupo terrorista Hamas de 07 de outubro, já morreram 14 mil civis no território palestiniano da Faixa de Gaza, que Israel manteve bloqueado e que bombardeou até há alguns dias, quando se iniciou uma trégua que termina hoje à noite.
"Se a guerra continuar amanhã, o número [de mortos] será o dobro porque a concentração da população palestiniana agora é o dobro, está toda concentrada no sul da Franja de Gaza", disse Riyad al-Maliki, que falava com jornalistas em Barcelona, à margem do encontro da União pelo Mediterrâneo (UpM), que reúne responsáveis pela diplomacia de 43 países europeus e árabes.
Riyad al-Maliki disse ser "importante prolongar a trégua o mais possível", para salvar vidas e fazer entrar ajuda humanitária e abastecimento em Gaza, e acrescentou que "todos estão a trabalhar" para estender a pausa na guerra, referindo que estão nesse esforço Qatar, Estados Unidos, União Europeia, Palestina e Espanha.
"Estender a trégua significa parar as matanças e salvar vidas inocentes. Isso é o mais importante. É preciso fazer todo o esforço possível para o conseguir", afirmou.
Para o ministro palestiniano, há "uma oportunidade hoje, que acaba esta noite".
"Temos de ver como podemos pôr a pressão necessária ao Governo israelita para não voltar a matar inocentes e para que nós não continuemos a contar cadáveres", acrescentou.
Para Riyad al-Maliki, a reunião de hoje em Barcelona, onde estão todos os países da União Europeia, a Comissão Europeia e mais 16 países do Mediterrâneo, é também "uma grande oportunidade" para haver "uma voz alta e forte que se oiça em todas as partes do mundo" e que diga "não à guerra, sim ao cessar-fogo e fim às matanças de palestinianos inocentes".
c/Lusa