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Câmara de Coimbra alerta para "noite difícil"
A Câmara Municipal de Coimbra alertou hoje a população para a possibilidade de rajadas de vento fortes durante a próxima madrugada, solicitando que proceda à recolha de bens que tenham em esplanadas ou varandas.
"Vai ser uma noite difícil, não quero alarmar a população, mas vai ser difícil. Que estejam a contar com uma noite difícil, com muito vento e tudo aquilo que esteja em situação vulnerável, seja nas varandas, seja nas esplanadas, que recolham os seus bens: a previsão é que vai ser complicado", destacou o vereador da Câmara de Coimbra com o pelouro da Proteção Civil.
Em conferência de imprensa, que decorreu esta tarde no Parque Verde do Mondego, junto ao Docas Rio, Ricardo Lino explicou que todo o distrito de Coimbra vai estar em alerta vermelho, em particular durante a madrugada, devido às fortes rajadas de vento.
"A previsão é que teremos ventos muito fortes, superiores a 140 quilómetros por hora", referiu, acrescentando que estarão várias equipas de prevenção mobilizadas.
O vereador recomendou ainda a quem tem garagens em leito de cheia, que retire os automóveis e bens e que os coloquem a salvo numa cota superior.
"O rio Mondego neste momento está dentro do leito, mas pode vir a transbordar nos próximos dias", indicou.
Aos jornalistas, o autarca revelou que ao longo do dia de hoje foram registadas cerca de 30 ocorrências devido ao mau tempo em vários pontos do concelho.
"O tempo está um pouco mais sereno depois da hora de almoço, houve um abaixamento do nível das águas, por exemplo ali no Cabouco, que é onde faz a afluência do rio Ceira com o rio Mondego", acrescentou.
Esta é uma situação recorrente no inverno e "as populações também já estão em alerta para esta situação".
"Em janeiro, o rio Mondego está dentro ainda do seu leito natural de cheia, ainda não transbordou e a perspetiva que temos para as próximas horas é que, de facto, o nível da precipitação se mantenha, mas que não vai levar ao transbordo das margens naturais do rio Mondego", evidenciou.
Já noutros locais do município, como na Conraria, Ricardo Lino admitiu que alguns terrenos ficaram alagados, "o que é relativamente comum", nesta altura do ano.
No que toca a habitações, o risco está apenas identificado na localidade do Cabouco.
Lusa
"Vai ser uma noite difícil, não quero alarmar a população, mas vai ser difícil. Que estejam a contar com uma noite difícil, com muito vento e tudo aquilo que esteja em situação vulnerável, seja nas varandas, seja nas esplanadas, que recolham os seus bens: a previsão é que vai ser complicado", destacou o vereador da Câmara de Coimbra com o pelouro da Proteção Civil.
Em conferência de imprensa, que decorreu esta tarde no Parque Verde do Mondego, junto ao Docas Rio, Ricardo Lino explicou que todo o distrito de Coimbra vai estar em alerta vermelho, em particular durante a madrugada, devido às fortes rajadas de vento.
"A previsão é que teremos ventos muito fortes, superiores a 140 quilómetros por hora", referiu, acrescentando que estarão várias equipas de prevenção mobilizadas.
O vereador recomendou ainda a quem tem garagens em leito de cheia, que retire os automóveis e bens e que os coloquem a salvo numa cota superior.
"O rio Mondego neste momento está dentro do leito, mas pode vir a transbordar nos próximos dias", indicou.
Aos jornalistas, o autarca revelou que ao longo do dia de hoje foram registadas cerca de 30 ocorrências devido ao mau tempo em vários pontos do concelho.
"O tempo está um pouco mais sereno depois da hora de almoço, houve um abaixamento do nível das águas, por exemplo ali no Cabouco, que é onde faz a afluência do rio Ceira com o rio Mondego", acrescentou.
Esta é uma situação recorrente no inverno e "as populações também já estão em alerta para esta situação".
"Em janeiro, o rio Mondego está dentro ainda do seu leito natural de cheia, ainda não transbordou e a perspetiva que temos para as próximas horas é que, de facto, o nível da precipitação se mantenha, mas que não vai levar ao transbordo das margens naturais do rio Mondego", evidenciou.
Já noutros locais do município, como na Conraria, Ricardo Lino admitiu que alguns terrenos ficaram alagados, "o que é relativamente comum", nesta altura do ano.
No que toca a habitações, o risco está apenas identificado na localidade do Cabouco.
Lusa