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Carneiro solidário com manifestantes diz-se disponível para soluções
O secretário-geral socialista, José Luís Carneiro, expressou hoje "solidariedade a quem está nas praças" a manifestar-se pelo direito a ter uma casa, e recordou a disponibilidade do partido para encontrar soluções.
No discurso na abertura da Convenção Autárquica do Distrito do Porto do PS, o líder socialista afirmou que a "igualdade de oportunidades mede-se em várias políticas e nos resultados das suas políticas. Entre elas, o direito a ter uma casa", recusando que "se trate de um luxo".
"Trata-se de termos algo que nos permite realizarmos enquanto pessoas, enquanto seres humanos. E há números, há dados que nos impressionam: 18% dos jovens portugueses, desde que este governo assumiu funções, estão a viver em casas partilhadas", recordou José Luís Carneiro.
No dia em que decorrem, no país, manifestações pelo direito à habitação, José Luís Carneiro expressou "solidariedade a quem está nas praças, nas vilas deste país, a manifestar-se por um direito fundamental, o direito a ter uma casa, o que significa o direito a uma vida mais digna".
Desde que assumiu o cargo de secretário-geral do PS, disse, enviou "cinco comunicações ao primeiro-ministro, uma delas tinha que ver com o tema da habitação", recusando, por isso, a acusação de que só agora o PS acordou para o problema.
"Desde a primeira hora, disse ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, que o líder do PS esteve disponível para construir soluções de curto e de médio prazo, mas também soluções estruturais para o futuro das mais jovens gerações, para as classes médias e para a segurança dos mais idosos que vivem nas grandes cidades", insistiu o deputado socialista.
Perante acusações, por parte da maioria, de que o PS tem responsabilidades na crise da habitação, José Luís Carneiro respondeu que "todos, naturalmente, na vida em sociedade, têm responsabilidades", mas apontou as medidas adotadas pelo partido quando era Governo nessa área.
"Deve-se ao PS no Governo a Estratégia Nacional de Habitação, a contratualização com os municípios de 250 estratégias locais de habitação e a construção de mais de 30 mil habitações ou requalificação de habitações, que levou fundos do plano de recuperação e de resiliência", disse.
"Naturalmente que não ficamos satisfeitos com aquilo que foi feito. Muito há que fazer para a próxima geração. Nós teremos que ter uma estratégia para 10 anos para a política de habitação", continuou José Luís Carneiro, sobre o projeto que tem na presidente da Câmara de Matosinhos, Luísa Salgueiro a coordenadora.
"Trata-se de termos algo que nos permite realizarmos enquanto pessoas, enquanto seres humanos. E há números, há dados que nos impressionam: 18% dos jovens portugueses, desde que este governo assumiu funções, estão a viver em casas partilhadas", recordou José Luís Carneiro.
No dia em que decorrem, no país, manifestações pelo direito à habitação, José Luís Carneiro expressou "solidariedade a quem está nas praças, nas vilas deste país, a manifestar-se por um direito fundamental, o direito a ter uma casa, o que significa o direito a uma vida mais digna".
Desde que assumiu o cargo de secretário-geral do PS, disse, enviou "cinco comunicações ao primeiro-ministro, uma delas tinha que ver com o tema da habitação", recusando, por isso, a acusação de que só agora o PS acordou para o problema.
"Desde a primeira hora, disse ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, que o líder do PS esteve disponível para construir soluções de curto e de médio prazo, mas também soluções estruturais para o futuro das mais jovens gerações, para as classes médias e para a segurança dos mais idosos que vivem nas grandes cidades", insistiu o deputado socialista.
Perante acusações, por parte da maioria, de que o PS tem responsabilidades na crise da habitação, José Luís Carneiro respondeu que "todos, naturalmente, na vida em sociedade, têm responsabilidades", mas apontou as medidas adotadas pelo partido quando era Governo nessa área.
"Deve-se ao PS no Governo a Estratégia Nacional de Habitação, a contratualização com os municípios de 250 estratégias locais de habitação e a construção de mais de 30 mil habitações ou requalificação de habitações, que levou fundos do plano de recuperação e de resiliência", disse.
"Naturalmente que não ficamos satisfeitos com aquilo que foi feito. Muito há que fazer para a próxima geração. Nós teremos que ter uma estratégia para 10 anos para a política de habitação", continuou José Luís Carneiro, sobre o projeto que tem na presidente da Câmara de Matosinhos, Luísa Salgueiro a coordenadora.
(Lusa)